BOLETIM 710, 28/08/2010
“Meu filho, basta me ligar, eu vou até o inferno buscar você...” foi o recado de um delegado para seu filho que se tornara assaltante. Fim triste. O filho não atendeu. Pouco tempo depois foi morto pela polícia. O que não faz um pai por um filho? Nosso máximo como pais e mães é mínimo comparado ao de Deus. Jesus disse que mesmo quando fazemos o bem para nossos filhos, não conseguimos apagar o fato de que somos maus, se comparados com o Pai celestial. (Lc 11:13) Temos que entender que Deus é o Pai eterno, perfeito, e extremamente amoroso. Em 1Tessalonissenses 3, lemos sobre o cuidado de Paulo com crentes novos convertidos de Tessalônica. E aquele cuidado não é outro senão o de Deus, através de um homem que reflete ainda que de modo fraco o amor de Deus, que tem o cuidado perfeito por seus filhos.
O cuidado confirmador e confortador. ( 1Ts 3:1-5)
Hoje temos atores, jogadores, políticos e muitas pessoas famosas declarando fé em Jesus. É quase “moda” em alguns círculos. No Novo Testamento, havia o costume apostólico de “confirmar”, (tornar firme) irmãos e igrejas. (At 15:41; 18:23; Rm 1:11). Deus e Paulo queriam crentes confirmados, e Deus ainda nos quer assim. Porque o contrário disso é ser atraído com armadilha, o fim das “almas (pessoas) inconstantes”, ou nos tornarmos “ignorantes e instáveis” – que deturpam as Escrituras. (2Pe 2:14; 3:16).
Chega de instabilidade, inconstância. Deus quer você firme, forte, confirmado! Mas precisamos ainda de consolo. Temos tribulações, lutas e desânimos. Deus quer que você saiba que tribulação, provação, são coisas comuns para todos os que querem viver bem em Cristo e com Cristo. (2Tm 3:12) Por isso Paulo preferiu ficar só em Atenas, para Timóteo ir confirmar e exortar (encorajar e estimular) os irmãos. O próprio Paulo vinha de muitas lutas: Apedrejado em Listra, açoitado e preso com os pés no tronco em Filipos, e agora praticamente expulso de Tessalônica. (At 14:19; 16:23; 17:1-10) Foi muita provação, mas ele lembra aos irmãos que foram avisados e que ninguém se inquiete. (1Ts 3:1-5) Você (sua família ou grupo) tem passado por lutas, desânimo, provações, tentações e vontade de desistir? Tudo isso é comum e normal, Deus o está fortalecendo para vencer lutas maiores, e ajudar outros em dificuldades.
O cuidado defensivo e providente (1Ts 3:5-8)
Chega de espera! Foi muita aventura, muita pregação, muitos novos na fé. Agora expulso e passando um tempo em Atenas. Nã o dá mais. Ele tentou voltar, mas, foi “barrado por Satanás”, duas vezes (1Ts 2:18) e ele sabia que o inimigo poderia inutilizar o trabalho de Deus na vida dos irmãos. Ele não ficou orando e esperando. Tomou providências. - “o diabo me barrou mas não a Timóteo (parece que ele é mais inofensivo, mas é o mesmo Espírito que vai usá-lo). Essa é uma tremenda lição. Satanás subestima, mas é atingido quando um irmão “menos experiente”, com “menos conhecimento” vai fazer um trabalho, e destrói a obra dele. (1Jo 3:8). O que foi projetado para “acabar” com Paulo e sua obra, com uma ligeira correção nos planos, serviu para trazer muita alegria. Talvez você em casa, no trabalho, está se sentindo impedido de algumas providências que “só você” sabe o que e o como fazer e resolver. Deus quer que você aprenda que não é tão insubstituível como pensa. Talvez seja a hora de outro fazer, e ele ou ela será tão ou mais eficiente. E a sua impossibilidade dá um amplo espaço para outro crescer. Isso não o diminuirá em nada. Vai lhe dar crescimento! A você e aos outros.
O cuidado em oração. (1Ts 3:9-13)
Alguém disse que quando trabalhamos nós produzimos, quando oramos, Deus trabalha. Imagine a capacidade de Deus de trabalhar e produzir. Pois bem, nosso texto mostra-nos uma mudança grande em Paulo, da ansiedade por falta de notícia, da preocupação com a possibilidade da ação de Satanás em inutilizar o seu trabalho na vida dos irmãos, para “graças, alegria e regozijo” diante de Deus pela vida e obra de Deus neles. Tudo isso aconteceu como resultado de sua oração incessante, suplicando bênçãos para os irmãos, mas estava também empenhado em ver os irmãos para cuidar de qualquer deficiência na fé. Estamos vivendo os últimos dias. Mas é possível viver uma vida cheia da bênção de Deus, mesmo em meio a este caos espiritual, psicológico, moral e social. Mas isso só será possível através da oração. E o que pedir? 1- Encontros pessoais. Podemos telefonar, escrever, mandar mensagens e recados pessoais, mas nada substitui o que Paulo chama de “ver pessoalmente”. 2- Aumento do amor. Onde não há amor há pecado que torna nulo tudo o que fizermos “de bom” (1Co 13:1-3) e exige arrependimento e confissão, onde há amor existe toda a possibilidade desse amor aumentar. E tem que aumentar. Amor é como água &ndas h; enquanto houver leito limpo para escoar ela vai melhorar o meio ambiente, e onde ela for apenas acumulada e ficar parada, estraga. O amor tem que crescer. E só crescerá como resposta de oração. 3- O resultado: Crescendo o amor, haverá confirmação da santidade no coração, isenção de culpa diante de nosso Deus enquanto aguardamos o Senhor Jesus.
Enquanto você estuda, trabalha, se locomove, pense no cuidado paterno de Deus por você. Mesmo que a situação externa nos faça ver só dificuldades, e mesmo que Satanás faça de tudo para inutilizar a obra de Deus em nós, temos através da Palavra de Deus e dos relacionamentos no corpo de Cristo, a condição plena de experimentar o cuidado de Deus em nos firmar, destruir os intentos malignos e de nos fazer crescer através da oração, cheios de alegria!
Pr. João Chrysostomo Junior
*** Igreja Presbiteriana de Manaus - IPM
Produção de textos, publicação de artigos, poemas e textos de fraternos. Sejam todos bem-vindos!
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domingo, 29 de agosto de 2010
terça-feira, 17 de agosto de 2010
18/08/2010 - O que move você a viver?
“Eu não sei dizer, nada por dizer
Então eu escuto
Se você disser, tudo o que quiser
Então eu escuto
Se eu não entender, não vou responder
Então eu escuto (...)” – (Fala; Secos e Molhados)
O que move você a viver?
Entre linhas com o som da chuva e barulho do teclado do computador. Vale recordar que algum tempo não chovia na noite manauara. Especialmente neste breve instante estou sentindo grande alegria de exalar o cheiro da pista, terra e da pequena árvore de carambolas sendo molhadas, sentir a brisa que passa por mim neste momento que estou sentada na cadeira de balanço, na área externa da residência, tempo agradável vem trazer aos pensamentos uma chuva de boas idéias aceleradas e energéticas.
Nesse momento estou a ouvir um “tudo junto e misturado” de álbuns musicais bastante interessantes, como: Secos e Molhados, Arnaldo Antunes, Ana Canas com participação especial de Nando Reis, Leoni, Oasis, Coldplay, Sixpence, Keane, Silverchair e Audislave.
Em parcerias com as músicas que passa no som dos fones de ouvido, tento descrever e formar as belas frases, com a velha e companheira fiel nas linhas do texto deste momento de sentimento constante. Recordo que na noite anterior estava cheia da inspiração, mas a inspiração é traiçoeira, em um piscar vem palavras sem fim e em outro piscar vai sem despedir-se da alma de compositor sentimentalista, chamado: Poeta.
A pergunta inicial deste punhado de palavras é: O que move você a viver?. Uma pergunta que não tem calado este dia, talvez, porque tenha assistido uma propaganda publicitária dizendo: O que move o seu coração?. Lembrou-me os dias dos namorados (Mas não foi em julho?).
O que tem movimentado a minha vida? Ter sentindo satisfação de continuar a viver? O que tenho buscado nesta existência humana?
As respostas são inúmeras, por vários motivos dos quais ainda possuo a saga da arte de escrever. Dentre vários motivos posso afirmar a paixão pelas coisas que ainda não vivi, sonhos sendo criados com os pés no chão, construindo a ponte que levará a minha vida a outra ponta desta ponte (que ainda é desconhecido), somando meus dias ao lado daqueles que estimo, conhecendo um pouco mais sobre a vida, multiplicando e dividindo experiências com outros, por amor ou não? apenas vou realizando o existir de cada vão momento.
Perguntei sobre este tema alguns companheiros e, colaboraram com defesas até plausíveis ao ponto de vista para quem o escreve. Defesas e respostas das quais compartilho, levando a reflexão que, são até respostas parecidas com as que guardam no coração, para alguns entre vocês poderá parecer depressivo, outros realista demais, quem sabe engraçado, por agora? Deixo o interessante e a curiosidade do pensamento tomar conta:
Andréa (Garrafinha) diz:
O que motiva ainda está nesta vida é saber que estou de passagem e que logo isso acabará.
Ana Paula diz:
Dinheiro!
Cintia Rosse diz:
O que move minha vida, além o amor a mim mesma, é o amor que Deus tem por mim e a vontade de desenvolver a cada dia.
Bruno:
Coração. Heheheheh
Ivan Tiago:
Vontade de aprender.
Thalita Cincinato:
É o Elo constante do amor juntamente com o prazer de descobrir diferentes formas de amar.
Marcio Iudice:
O Desejo.
Sissa:
Sangue, oxigênio, neurônios. A vida é a coisa mais sem sentindo do mundo. Mas a gente (seres humanos) fica inventando mil e uma razões para ela. Mas ela simplesmente não tem sentindo. Inventaram um sentindo e depois vários sentidos para a vida, apenas para não matarmos uns aos outros. A vida é uma grande aspa!.
Depois de algumas respostas, voltamos a refletir: O que move a vida? Melhor quem move sua vida? Desejo? Dinheiro? Paz mundial? Amor a vida? Inspiração ou Respiração?
Realmente, é algo peculiar ao responder, por que as resposta está dentro de cada um, na minha está o autor da vida (Deus) é o que faz crer que por Ele e para Ele são todas as coisas, por Ele tenho tudo isso e mais um pouco. Aqui estamos mais uma vez pensando no além do que se ver. Você parou para pensar nisso? Se não, pare um pouco.
Até logo
Então eu escuto
Se você disser, tudo o que quiser
Então eu escuto
Se eu não entender, não vou responder
Então eu escuto (...)” – (Fala; Secos e Molhados)
O que move você a viver?
Entre linhas com o som da chuva e barulho do teclado do computador. Vale recordar que algum tempo não chovia na noite manauara. Especialmente neste breve instante estou sentindo grande alegria de exalar o cheiro da pista, terra e da pequena árvore de carambolas sendo molhadas, sentir a brisa que passa por mim neste momento que estou sentada na cadeira de balanço, na área externa da residência, tempo agradável vem trazer aos pensamentos uma chuva de boas idéias aceleradas e energéticas.
Nesse momento estou a ouvir um “tudo junto e misturado” de álbuns musicais bastante interessantes, como: Secos e Molhados, Arnaldo Antunes, Ana Canas com participação especial de Nando Reis, Leoni, Oasis, Coldplay, Sixpence, Keane, Silverchair e Audislave.
Em parcerias com as músicas que passa no som dos fones de ouvido, tento descrever e formar as belas frases, com a velha e companheira fiel nas linhas do texto deste momento de sentimento constante. Recordo que na noite anterior estava cheia da inspiração, mas a inspiração é traiçoeira, em um piscar vem palavras sem fim e em outro piscar vai sem despedir-se da alma de compositor sentimentalista, chamado: Poeta.
A pergunta inicial deste punhado de palavras é: O que move você a viver?. Uma pergunta que não tem calado este dia, talvez, porque tenha assistido uma propaganda publicitária dizendo: O que move o seu coração?. Lembrou-me os dias dos namorados (Mas não foi em julho?).
O que tem movimentado a minha vida? Ter sentindo satisfação de continuar a viver? O que tenho buscado nesta existência humana?
As respostas são inúmeras, por vários motivos dos quais ainda possuo a saga da arte de escrever. Dentre vários motivos posso afirmar a paixão pelas coisas que ainda não vivi, sonhos sendo criados com os pés no chão, construindo a ponte que levará a minha vida a outra ponta desta ponte (que ainda é desconhecido), somando meus dias ao lado daqueles que estimo, conhecendo um pouco mais sobre a vida, multiplicando e dividindo experiências com outros, por amor ou não? apenas vou realizando o existir de cada vão momento.
Perguntei sobre este tema alguns companheiros e, colaboraram com defesas até plausíveis ao ponto de vista para quem o escreve. Defesas e respostas das quais compartilho, levando a reflexão que, são até respostas parecidas com as que guardam no coração, para alguns entre vocês poderá parecer depressivo, outros realista demais, quem sabe engraçado, por agora? Deixo o interessante e a curiosidade do pensamento tomar conta:
Andréa (Garrafinha) diz:
O que motiva ainda está nesta vida é saber que estou de passagem e que logo isso acabará.
Ana Paula diz:
Dinheiro!
Cintia Rosse diz:
O que move minha vida, além o amor a mim mesma, é o amor que Deus tem por mim e a vontade de desenvolver a cada dia.
Bruno:
Coração. Heheheheh
Ivan Tiago:
Vontade de aprender.
Thalita Cincinato:
É o Elo constante do amor juntamente com o prazer de descobrir diferentes formas de amar.
Marcio Iudice:
O Desejo.
Sissa:
Sangue, oxigênio, neurônios. A vida é a coisa mais sem sentindo do mundo. Mas a gente (seres humanos) fica inventando mil e uma razões para ela. Mas ela simplesmente não tem sentindo. Inventaram um sentindo e depois vários sentidos para a vida, apenas para não matarmos uns aos outros. A vida é uma grande aspa!.
Depois de algumas respostas, voltamos a refletir: O que move a vida? Melhor quem move sua vida? Desejo? Dinheiro? Paz mundial? Amor a vida? Inspiração ou Respiração?
Realmente, é algo peculiar ao responder, por que as resposta está dentro de cada um, na minha está o autor da vida (Deus) é o que faz crer que por Ele e para Ele são todas as coisas, por Ele tenho tudo isso e mais um pouco. Aqui estamos mais uma vez pensando no além do que se ver. Você parou para pensar nisso? Se não, pare um pouco.
Até logo
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Artigo: O EXEMPLO DE UM HOMEM DE DEUS
BOLETIM 708 14/08/2010
Muitos são aqueles que, em nossos dias, se apresentam ou são chamados “homens de Deus”. Enquanto os olhamos à distância somos, por vezes, fascinados tal a desenvoltura religiosa de seus movimentos e de suas palavras. Mas, o que aconteceria se chegássemos perto o bastante para os conhecermos na intimidade? Teríamos uma agradável ou decepcionante surpresa?
Quando lemos, na Bíblia, sobre homens e mulheres de Deus descobrimos que, na Revelação de Deus, eles são apresentados como gente de carne e osso, humanos e pecadores; por isso, só são homens de Deus em virtude da abundante e suficiente graça que os sustenta. Eles receberam fé para realizarem os grandes projetos de Deus e não os seus próprios. Não viveram um disfarce de espiritualidade, produto de um mundo encantado da religião onde, atualmente, o grande neg&oac ute;cio é ter visibilidade e obter lucro fácil. Não se importaram com os títulos, foram apenas chamados de Enoque, Abraão, Elias, Eliseu, Ana, Rute, Ester, João Batista; são tantos, que seria impossível citar a todos.
Esta meditação tem como base 1 Tessalonicenses 2.1-12 que nos leva a refletir sobre o título deste editorial. Na primeira carta de Paulo à igreja de Tessalônica, o apóstolo tem em mente exortar os crentes a respeito de dois aspectos da vida cristã: Primeiro, a necessidade de viverem em santidade e porem em prática o amor fraternal; segundo a importância de estarem vigilantes quanto a Segunda Vinda do Senhor. Antes, porém, de chegar a tão importantes instruções, Paulo se utiliza dos três capítulos iniciais para falar da sua alegria e gratidão a Deus pelos crentes de Tessalônica (1 Tes. 1.2 -10; 2.13-16) e, também, para falar de si mesmo e do seu ministério (1 Tes. 2.1-12; 17-20; 3.1-13).
Quando Paulo fala de si mesmo não podemos tomar isto como sendo resultado de arrogância, orgulho ou vanglória. Pois, mesmo sabendo que era eleito por Deus, chamado por Jesus para ser apóstolo, designado pelo Espírito Santo para pregar aos gentios, ele declara em Romanos 7.24 ser 'homem miserável', em 1 Cor. 15.9 'o menor dos apóstolos', em Ef. 3.8 'o menor de todos os santos' e, em 1 Tim. 1.15 'o principal dos pecadores'. Todavia, quando olhamos para Paulo, logo descobrimos ser este, um homem de Deus, provado e aprovado por Ele. Alguns aspectos em 1 Tessalonicenses 2.1-12 nos chamam atenção para o exemplo desse homem:
1. Seu encontro com pessoas sempre produz frutos para o reino de Deus. Em 2.1 ele declara que a estada dele em Tessalônica não foi infrutífera. Ali nasceu um a igreja, resultado de sua passagem por lá. Foi assim em muitas outras cidades. Estando preso ou livre nunca esteve em qualquer lugar, ou encontrou qualquer pessoa sem demonstrar e falar do amor de Deus.
2. Enfrenta lutas com ousada confiança para anunciar o evangelho. É importante observar o que o texto diz: “...mas, apesar de maltratado e ultrajado em Filipos, como é do vosso conhecimento, tivemos ousada confiança em nosso Deus, para vos anunciar o evangelho de Deus em meio a muita luta” (2.2) . Paulo não se importava com a luta contanto que o evangelho fosse anunciado.
3. Sua maior preocupação quando exorta é agradar a Deus. Quando exorta suas palavras não procedem de engano, nem de impureza, nem de dolo. Também não faz uso de bajulação nem de ganância estes meios não são próprios de um homem de Deus (2.3-6).
4. Serve a Deus e à igreja sem exigir nada em troca. Ele abre mão do direito que tinha de ser mantido pela igreja para que seu relacionamento com os crentes fosse como o de uma “ama que acaricia os próprios filhos”. O homem de Deus rejeita ser tratado como um profissional da Palavra (2.7,8).
5. Trabalha dobrado para não viver à custa de ninguém. Paulo trabalhava como fazedor de tendas para sua manutenção. Parece não ter sido um trabalho fácil, pois ele diz: “Porque vos recordais, irmãos, do nosso labor e fadiga; e de como, noite e dia labutando para não vivermos à custa de nenhum de vós, vos proclamamos o evangelho de Deus” (2.9)
6. Seu comportamento tem o testemunho de Deus e dos crentes. O homem de Deus tem uma vida transparente; o que ele é na igreja é fora; seu procedimento é irrepreensível quando c ompra, quando vende ou quando aluga. Paulo tinha o testemunho de Deus e dos crentes para comprovar sua vida (2.10).
7. Seu trabalho, como conselheiro, visa conduzir os crentes a uma vida digna de Deus. Paulo tinha o cuidado paternal de exortar, consolar e admoestar os crentes não para que eles se sentissem bem, ou para que se dessem bem em seus relacionamentos, ou para arrumar seus negócios; mas o seu aconselhamento, por meio da Palavra de Deus, visava consertar a vida dos crentes com Deus. Esse era o trabalho pastoral desse homem de Deus (2.11,12).
Queridos irmão, aprendemos com este texto que Deus chama homens comuns e os transforma em homens segundo o seu coração a fim de que sejam considerados homens de Deus. Que o Senhor nos abençoe.
Pr. Vanderli Brito
***Igreja Presbiteriana de Manaus - IPM
Visite o Site: www.ipmanaus.org.br
Muitos são aqueles que, em nossos dias, se apresentam ou são chamados “homens de Deus”. Enquanto os olhamos à distância somos, por vezes, fascinados tal a desenvoltura religiosa de seus movimentos e de suas palavras. Mas, o que aconteceria se chegássemos perto o bastante para os conhecermos na intimidade? Teríamos uma agradável ou decepcionante surpresa?
Quando lemos, na Bíblia, sobre homens e mulheres de Deus descobrimos que, na Revelação de Deus, eles são apresentados como gente de carne e osso, humanos e pecadores; por isso, só são homens de Deus em virtude da abundante e suficiente graça que os sustenta. Eles receberam fé para realizarem os grandes projetos de Deus e não os seus próprios. Não viveram um disfarce de espiritualidade, produto de um mundo encantado da religião onde, atualmente, o grande neg&oac ute;cio é ter visibilidade e obter lucro fácil. Não se importaram com os títulos, foram apenas chamados de Enoque, Abraão, Elias, Eliseu, Ana, Rute, Ester, João Batista; são tantos, que seria impossível citar a todos.
Esta meditação tem como base 1 Tessalonicenses 2.1-12 que nos leva a refletir sobre o título deste editorial. Na primeira carta de Paulo à igreja de Tessalônica, o apóstolo tem em mente exortar os crentes a respeito de dois aspectos da vida cristã: Primeiro, a necessidade de viverem em santidade e porem em prática o amor fraternal; segundo a importância de estarem vigilantes quanto a Segunda Vinda do Senhor. Antes, porém, de chegar a tão importantes instruções, Paulo se utiliza dos três capítulos iniciais para falar da sua alegria e gratidão a Deus pelos crentes de Tessalônica (1 Tes. 1.2 -10; 2.13-16) e, também, para falar de si mesmo e do seu ministério (1 Tes. 2.1-12; 17-20; 3.1-13).
Quando Paulo fala de si mesmo não podemos tomar isto como sendo resultado de arrogância, orgulho ou vanglória. Pois, mesmo sabendo que era eleito por Deus, chamado por Jesus para ser apóstolo, designado pelo Espírito Santo para pregar aos gentios, ele declara em Romanos 7.24 ser 'homem miserável', em 1 Cor. 15.9 'o menor dos apóstolos', em Ef. 3.8 'o menor de todos os santos' e, em 1 Tim. 1.15 'o principal dos pecadores'. Todavia, quando olhamos para Paulo, logo descobrimos ser este, um homem de Deus, provado e aprovado por Ele. Alguns aspectos em 1 Tessalonicenses 2.1-12 nos chamam atenção para o exemplo desse homem:
1. Seu encontro com pessoas sempre produz frutos para o reino de Deus. Em 2.1 ele declara que a estada dele em Tessalônica não foi infrutífera. Ali nasceu um a igreja, resultado de sua passagem por lá. Foi assim em muitas outras cidades. Estando preso ou livre nunca esteve em qualquer lugar, ou encontrou qualquer pessoa sem demonstrar e falar do amor de Deus.
2. Enfrenta lutas com ousada confiança para anunciar o evangelho. É importante observar o que o texto diz: “...mas, apesar de maltratado e ultrajado em Filipos, como é do vosso conhecimento, tivemos ousada confiança em nosso Deus, para vos anunciar o evangelho de Deus em meio a muita luta” (2.2) . Paulo não se importava com a luta contanto que o evangelho fosse anunciado.
3. Sua maior preocupação quando exorta é agradar a Deus. Quando exorta suas palavras não procedem de engano, nem de impureza, nem de dolo. Também não faz uso de bajulação nem de ganância estes meios não são próprios de um homem de Deus (2.3-6).
4. Serve a Deus e à igreja sem exigir nada em troca. Ele abre mão do direito que tinha de ser mantido pela igreja para que seu relacionamento com os crentes fosse como o de uma “ama que acaricia os próprios filhos”. O homem de Deus rejeita ser tratado como um profissional da Palavra (2.7,8).
5. Trabalha dobrado para não viver à custa de ninguém. Paulo trabalhava como fazedor de tendas para sua manutenção. Parece não ter sido um trabalho fácil, pois ele diz: “Porque vos recordais, irmãos, do nosso labor e fadiga; e de como, noite e dia labutando para não vivermos à custa de nenhum de vós, vos proclamamos o evangelho de Deus” (2.9)
6. Seu comportamento tem o testemunho de Deus e dos crentes. O homem de Deus tem uma vida transparente; o que ele é na igreja é fora; seu procedimento é irrepreensível quando c ompra, quando vende ou quando aluga. Paulo tinha o testemunho de Deus e dos crentes para comprovar sua vida (2.10).
7. Seu trabalho, como conselheiro, visa conduzir os crentes a uma vida digna de Deus. Paulo tinha o cuidado paternal de exortar, consolar e admoestar os crentes não para que eles se sentissem bem, ou para que se dessem bem em seus relacionamentos, ou para arrumar seus negócios; mas o seu aconselhamento, por meio da Palavra de Deus, visava consertar a vida dos crentes com Deus. Esse era o trabalho pastoral desse homem de Deus (2.11,12).
Queridos irmão, aprendemos com este texto que Deus chama homens comuns e os transforma em homens segundo o seu coração a fim de que sejam considerados homens de Deus. Que o Senhor nos abençoe.
Pr. Vanderli Brito
***Igreja Presbiteriana de Manaus - IPM
Visite o Site: www.ipmanaus.org.br
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Artigo: ESCOLHA
Leitura Bíblica: Gênesis 13.1-13
O temor do Senhor é o princípio do conhecimento (Pv 1.7)
Escolher é tomar decisão. É simples quando se trata de escolher o sabonete ou a pasta de dentes. Mas, como decidir quando está em risco sua vida, o presente e o futuro, sua família, bens conquistados e os herdeiros que virão?
Por menos que se goste, estamos sempre decidindo entre uma coisa e outra. Às vezes, notamos que escolhemos mal. Outras, nem tanto. Tudo bem. Há ainda a turma do chute: arriscam para ver no que vai dar.
A fé em Cristo nos ajuda a tomar decisões, a fazer uma boa escolha. Nem sempre vamos ter de forma simples e clara a vontade de Deus escancarada diante de nós.
Quando Abraão e Ló perceberam que a terra onde viviam era pequena demais para dois homens tão prósperos, resolveram separar-se. Foi sensato. O crescimento tem seu preço. Administrá-lo é complicado e desgastante e poderá por tudo a perder. Interessante que Ló era sobrinho de Abraão, tendo saído de Harã debaixo da tutela dele. Talvez tenha observado bem seu tio, e quando iniciou na vida de negócios, deu-se bem. Prosperou, cresceu, a ponto de ter seu rebanho fazendo frente ao rebanho de Abraão. Chegaram ao vale do Jordão e a beleza da terra encheu os olhos de Ló. Como empresário, sabia onde investir seu dinheiro. Escolheu o melhor e ficou com a terra. A escolha de Ló o levou à região onde estavam as cidades de Sodoma e Gomorra. O pecado proliferava, com toda espécie de orgias e perversões. Ló sofreu naquela terra e sua vida desde então nunca mais foi a mesma. Mais tarde perdeu os bens e a esposa.
Olhar somente para aquilo que nos agrada, que nos dá vantagem junto à concorrência, pode não ser a melhor opção. A vida não é apenas um grande negócio que pode ser desfeito, caso não nos convenha. A vida é um dom de Deus, e diante de Deus deve ser considerada. A ética cristã, os valores da Palavra, o temor do Senhor são elementos fundamentais que precisam ser considerados antes de se fazer a escolha.
A boa escolha é o resultado de conhecimento usado com sabedoria.
Extraído de Pão Diário, volume 7, 11 de agosto.
O temor do Senhor é o princípio do conhecimento (Pv 1.7)
Escolher é tomar decisão. É simples quando se trata de escolher o sabonete ou a pasta de dentes. Mas, como decidir quando está em risco sua vida, o presente e o futuro, sua família, bens conquistados e os herdeiros que virão?
Por menos que se goste, estamos sempre decidindo entre uma coisa e outra. Às vezes, notamos que escolhemos mal. Outras, nem tanto. Tudo bem. Há ainda a turma do chute: arriscam para ver no que vai dar.
A fé em Cristo nos ajuda a tomar decisões, a fazer uma boa escolha. Nem sempre vamos ter de forma simples e clara a vontade de Deus escancarada diante de nós.
Quando Abraão e Ló perceberam que a terra onde viviam era pequena demais para dois homens tão prósperos, resolveram separar-se. Foi sensato. O crescimento tem seu preço. Administrá-lo é complicado e desgastante e poderá por tudo a perder. Interessante que Ló era sobrinho de Abraão, tendo saído de Harã debaixo da tutela dele. Talvez tenha observado bem seu tio, e quando iniciou na vida de negócios, deu-se bem. Prosperou, cresceu, a ponto de ter seu rebanho fazendo frente ao rebanho de Abraão. Chegaram ao vale do Jordão e a beleza da terra encheu os olhos de Ló. Como empresário, sabia onde investir seu dinheiro. Escolheu o melhor e ficou com a terra. A escolha de Ló o levou à região onde estavam as cidades de Sodoma e Gomorra. O pecado proliferava, com toda espécie de orgias e perversões. Ló sofreu naquela terra e sua vida desde então nunca mais foi a mesma. Mais tarde perdeu os bens e a esposa.
Olhar somente para aquilo que nos agrada, que nos dá vantagem junto à concorrência, pode não ser a melhor opção. A vida não é apenas um grande negócio que pode ser desfeito, caso não nos convenha. A vida é um dom de Deus, e diante de Deus deve ser considerada. A ética cristã, os valores da Palavra, o temor do Senhor são elementos fundamentais que precisam ser considerados antes de se fazer a escolha.
A boa escolha é o resultado de conhecimento usado com sabedoria.
Extraído de Pão Diário, volume 7, 11 de agosto.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Artigo: E você, como vai?
Por Arnaldo Jabor
Sempre acho que namoro, casamento, romance têm começo, meio e fim.
Aliás, como tudo na vida.
Detesto quando escuto aquela conversa:
- Ah, terminei o namoro!
- Nossa, quanto tempo ficaram juntos?
- Cinco anos? Mas não deu certo? Acabou..?
- É. Não deu!
Claro que deu!!! Deu certo durante cinco anos, só que acabou.
E o bom da vida é que você pode ter vários amores.
Hoje, não acredito muito em os opostos se atraem.
Porque sempre uma parte vai ceder muito e se adaptar demais.
E sempre esta é a parte mais insatisfeita.
Acredito mais em pessoas que têm interesses em comum.
Se você adora dançar forró, melhor namorar quem também goste.
Se você gosta de cultura italiana, melhor alguém que também goste.
Freqüentar lugares que você gosta ajuda a encontrar pessoas com interesses parecidos com os seus.
A extrovertida e o caretão anti-social são complicados.
E, depois, entra naquela questão de um querer mudar o outro!
Pessoas mudam quando querem e porque querem. E pronto!
Cama?
Cama é essencial!
Aliás, pele é fundamental.
Assim como outras coisas, cada um tem um perfil sexual, moral,
sentimental.
Cheiro, fantasias, beijo, manias quanto mais sintonia houver, melhor.
Não acredito em pessoas que se complementam.
Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar 100% de você para você mesmo.
Então, como cobrar 100% do outro?
E não temos esta coisa completa.
Às vezes ele é filé, mas não é bom de cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é filé.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.
Tudo nós não temos!
Identifique qual é o aspecto mais importante e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro.
Quando existe química, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.
E, às vezes, você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.
O outro tem o direito de não te querer.
Não lute, não ligue, não dê piti.
Se a outra pessoa tem dúvida, problema é dela!
Cabe a você decidir esperar ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto.
Ele titubeia, tem dúvidas e medos? mas, se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta.
Não fique com alguém por medo da solidão.
Nascemos sós, morremos sós.
Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.
E, quando você acorda, a primeira impressão é sempre a sua, seu olhar,
seu pensamento.
Tem gente que vive pulando de um romance para outro.
Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?
Gostar dói.
Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração.
Faz parte!
Você namora outro ser, outro mundo, outro universo.
E nem sempre as coisas acontecem como você quer.
Mas, o pior mesmo é ter medo de se envolver.
Se alguém vier com este papo, corra. Afinal, você não é terapeuta.
Se não quer se envolver, que namore uma planta!
Na vida e no amor não temos garantias.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.
Nem todo beijo é para romancear.
Nem todo sexo é para descartar, ou se apaixonar, ou se culpar.
Enfim,
Quem disse que ser adulto é fácil?
E você, como vai??
Sempre acho que namoro, casamento, romance têm começo, meio e fim.
Aliás, como tudo na vida.
Detesto quando escuto aquela conversa:
- Ah, terminei o namoro!
- Nossa, quanto tempo ficaram juntos?
- Cinco anos? Mas não deu certo? Acabou..?
- É. Não deu!
Claro que deu!!! Deu certo durante cinco anos, só que acabou.
E o bom da vida é que você pode ter vários amores.
Hoje, não acredito muito em os opostos se atraem.
Porque sempre uma parte vai ceder muito e se adaptar demais.
E sempre esta é a parte mais insatisfeita.
Acredito mais em pessoas que têm interesses em comum.
Se você adora dançar forró, melhor namorar quem também goste.
Se você gosta de cultura italiana, melhor alguém que também goste.
Freqüentar lugares que você gosta ajuda a encontrar pessoas com interesses parecidos com os seus.
A extrovertida e o caretão anti-social são complicados.
E, depois, entra naquela questão de um querer mudar o outro!
Pessoas mudam quando querem e porque querem. E pronto!
Cama?
Cama é essencial!
Aliás, pele é fundamental.
Assim como outras coisas, cada um tem um perfil sexual, moral,
sentimental.
Cheiro, fantasias, beijo, manias quanto mais sintonia houver, melhor.
Não acredito em pessoas que se complementam.
Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar 100% de você para você mesmo.
Então, como cobrar 100% do outro?
E não temos esta coisa completa.
Às vezes ele é filé, mas não é bom de cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é filé.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.
Tudo nós não temos!
Identifique qual é o aspecto mais importante e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro.
Quando existe química, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.
E, às vezes, você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.
O outro tem o direito de não te querer.
Não lute, não ligue, não dê piti.
Se a outra pessoa tem dúvida, problema é dela!
Cabe a você decidir esperar ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto.
Ele titubeia, tem dúvidas e medos? mas, se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta.
Não fique com alguém por medo da solidão.
Nascemos sós, morremos sós.
Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.
E, quando você acorda, a primeira impressão é sempre a sua, seu olhar,
seu pensamento.
Tem gente que vive pulando de um romance para outro.
Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?
Gostar dói.
Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração.
Faz parte!
Você namora outro ser, outro mundo, outro universo.
E nem sempre as coisas acontecem como você quer.
Mas, o pior mesmo é ter medo de se envolver.
Se alguém vier com este papo, corra. Afinal, você não é terapeuta.
Se não quer se envolver, que namore uma planta!
Na vida e no amor não temos garantias.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.
Nem todo beijo é para romancear.
Nem todo sexo é para descartar, ou se apaixonar, ou se culpar.
Enfim,
Quem disse que ser adulto é fácil?
E você, como vai??
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