Produção de textos, publicação de artigos, poemas e textos de fraternos. Sejam todos bem-vindos!
domingo, 1 de agosto de 2010
Mais um do 01/08/2010
Mudanças Radicais. Esse é objetivo do mês. Estive está tarde batendo um papo legal com umas das minhas fraternidades, dividi algumas das minhas principais mudanças. De repente, vem o comentário: - Nossa, parece que você cresceu 10 anos ou mais. Então, como sempre alguém tira/ganha um sorriso fácil de mim, achei muito legal a observação, tomando como incentivo imediato.
Acordei nesse 01 de agosto com o forte desejo de mudar, larga de mão a velharia, ser atacante e não meia desse grande campo: A Vida. Fiz o balanço dos prós e contras de muitas coisas, avaliei o que deixei de fazer no primeiro semestre deste ano, o que agora dou a oportunidade de colocar em prática de novo até uma simples visita a livraria e comprar um novo livro (quer agradar-me? Adoro livros, principalmente de autores como Drummond, Chico Buarque, Vinicius). Filosofei um pouco sobre expectativas, mas não larguei ao vento as palavras, apenas, dou a liberdade de ver o além do que outros não vêem, não ser apenas um corpo em mim, com uma alma cheia de esperança, mas sentido-me constantemente abençoada por Deus.
Uma das minhas decisões é esquecer definitivamente o passado, por que o que tive que viver, vivi em meu tempo. Respeitei o tempo, a velha dor, magoa de palavras nunca ditas, sorriso transbordante de alegria contagiante, errei feio, derramei lágrimas por alguém que não merecia, chorei de tanto rir com os amigos do Hágios, apaixonei-me rapidamente, depois desfiz a paixão, namorei com um rapaz chamado Welton Noleto (Cara, muito especial ao meu coração amigo), assistir o pôr-do-sol em lugares diferentes, tudo de um pouco experimentei, boas? Más? Sim, curti cada momento que a vida pôs em meu caminho.
Aprendi a conhecer minhas preferências dos meus vários gostos e estilos, ter prazer de ir aos cultos da igreja no sábado e domingo, freqüentar lugares simples, mas que são minha cara como o famoso Casa do Pensador (ótimo lugar nas quinta, sexta e sábado para ouvir MPB) - Largo Sebastião, lugar onde conheci amigos do grupo/curso de Cinema que fiz em 2006. Nesses dois anos gostei de não depender de ninguém para amar, mas aprendi amar muito mais meus fieis amigos: Marcos Fontes, Raissa Aimê, todos do meu grupo familiar, Judice Netto e tantos outros que também ganhei. Aprendi ser menos saudosa nos meus textos, a respeitar os meus desejos, aprendendo a ver com olhos menos afoitos que um dia encontrarei e viverei esses desejos com a pessoa “certa” (existe o certo?). Foram dois anos de muito trabalho interno, conflitos mal resolvidos, admitir para mim o que gosto, a ter mais juízo (por sinal o que é mesmo? Heheheh), também perdi o juízo quando necessário, conheci um pouco mais do meu corpo (antes nem queria papo com esse assunto de sexologia...hahahah), perdi muito, ganhei em dobro.
Embora, tantas coisas que aprendi, ainda continuo abrindo espaço para aprender sempre um pouco mais, como: Ser menos ansiosa e deixar acontecer, a gostar de pessoas mais da minha idade (as vezes sou um saco, com uma mente de 60 anos..tudo exagero, mas sou chatinha mesmo), a de ser menos exigente comigo (tem vezes que isso me deixa louca), ir mais vezes ao cinema (Geralmente gosto de ficar em casa, assistindo filmes no escurinho do cinema particular..rs), ligar para aqueles que não vejo a séculos, dizer mais vezes aos meus pais que os amo demais (quase não dizemos Eu te amo um para outro), sair mais com a Tita e o Costelinha para dar um voltinha na praça do CIGS, a ser menos séria com os meus colegas, a ser tolerante com o novo, a não apaixonar-me logo de cara (as vezes isso é carência, eca! To fora!) e assim em diante tenho/preciso aprender cada vez mais com as coisas desta existência humana.
No agora, permito-me em escolher de ser feliz com as mudanças radicais, algo dividi com essa mesma amiga: Se queres mudar, comece por dentro de você. Assim, o outro notará as tais mudanças/diferença que tanto busca. Mudar, não é fácil, mas com dedicação, planejamento, cuidado, conquistará conforme o tempo. O negócio é permitir que isso aconteça sem medo algum de você melhorar.
Agora, é correr para o abraço da nova vida. Uma amizade de longa data, perguntou algo: - Pri!!! Saudade! (fico impressionada como tem gente dizendo-me isso estes dias...hahahaah) Estive lendo o seu blog e notei que você parece está muito inspirada. Você está apaixonada? Quero saber quem é a bola da vez. Respondi o seguinte: - Sim, estou muito apaixonada. Mas por mim! (Hahahaha). Sabe, essa breve conversa que tive com ela (Larissa) e outra amizade, fizeram pensar melhor sobre algumas coisas, entre estes: continuar solteira (deixar que as borboletas pousem em mim..heheheh), sou feliz por Deus está comigo, ter bons amigos, família unida, paz de espírito, conhecendo novas pessoas (no entanto está fazendo uma diferença interessante, importante), projetos alcançados e outros em fase de conclusão, não tenho medo da solidão (Já tive). Quanto a questão: ser/estar apaixonada, tem vários sentidos, pode ter várias maneiras de está apaixonada, por isso optei: Por mim. Bola da vez? Bom, isso já é outro papo e deixarei para os próximos capítulos (ahahhahaahha). Confesso algo: Estou começando a levar alguém a sério, mas de inicio sem criar expectativa quanto a isso (gosto de está com este alguém, não sei porque, mas sinto-me muito bem), aprendendo admirar e a respeitar o seu espaço, no momento celebramos e ficamos no amor Storge.
Em conclusão: Ando dedilhando outras emoções. Hoje menos complicada, um ser que dá pinta de roqueira levada in bossa-nova. E, sempre bem assessorada com o velho hábito: entre artigos e o escrever deles. Por ora, rindo a toa.
01/08/2010
É interessante essa música, assisti ao vídeo desta canção e viajei na letra. Não sou uma pessoa baladeira. Sim, gosto de sair vez e outra, mas sempre cuidando para não virar algo rotineiro, umas das coisas que detesto é rotina, pior que isso: figurinha repetida.
O último sábado do mês foi bem legal, fechei com chave de ouro, celebrando a chegada de agosto. E, falar em agosto, mês que vem: Setembro, que alegria dos 25 anos (tomará que chegue de camelo..hahahhaha). Um pulo, nem percebi como passou rápido alguns acontecimentos.
Estou aqui pensando em muitas coisas, tantas decisões e escolhas, exemplo: abrir mão de um site que possuo alguns meses, ou, deixar ele na dele - parece besteira, mas têm pequenas coisas que tomam um pouco mais sua atenção, isso não é bom, penso que tudo tem que ter seu equilíbrio.
Além do site, não apenas pensando mais irei agir ainda por esses dias, como: voltar a viajar nos barcos missionários da Presbiteriana, retomar antes de ir ao trabalho minha vida de oração pelas manhãs na igreja, voltar a ter contato presente com a Selma Cavalcante e ir visitar finalmente a clinica dela, ter disciplina na academia...ufa! tantas coisas a serem praticadas. Mas, fico feliz de ter começado nesse domingo a colocar em prática algumas coisas: Deletei todas as fotos de um ser humano, vou excluir do meu blog todos os textos tristes e melodramas. Às vezes precisamos de um empurrãozinho para ligar-se nas coisas, ainda bem que tive isso a tempo.
Pois é, mais um domingo de sol, Manaus como sempre quente. Vou indo, quando a inspiração retornar, talvez, escreva algo mais interessante.
sábado, 31 de julho de 2010
31/07/2010
De repente é amor que vem e vai, amor com seu ar egocêntrico e certeiro.
De repente, mas que de repente, pego-me a pensar no dedilhar das emoções levada bossa-nova do amigo Vinicius de Moraes, tanto inspira-me nessa tarde quente de Manaus.
E, logo vem a mente as seguintes palavras com sentimentalismos quase surrealistas:
Quero um alguém que abrace-me sem medo, em mim sinta segurança, sinta sossego. Confesse seus mais puros segredos.
Quero um alguém a mexer em meus poucos cabelos curtos, massageando-os com tanto carinho excedendo-se a desejar os mais íntimos suspiros. Permanecendo essas mesmas mãos cada vez mais perto dessa palpitação louca do coração.
Quero um alguém que não morra de paixão por mim, mas lembre-se de mim todas as noites ao deitar e sonhar, sentir-me amada em poucos ou quem saber nos eternos instantes de nós dois.
Quero um alguém para que eu possa preocupar-me, não, que não tenhas tantas outras N preocupações, mas com está possa ser diferente. Que convide no fim da tarde e sairmos para um lugar só nosso, ali, entregarmos aos nossos sentimentos tão sinceros.
Quero escrever amor permanente, escrever pensando neste alguém tão permanente entre as linhas da minha vida.
Quero alguém que possa entregar-me sem levar ouro que guardo com sete chaves.
Quero alguém não para dizer que é minha, mas que possa sentir que sou dela, só dela.
Quero amor, sem carência bajulada de curiosidade, quero sim! Amor para que juntos possamos aprender um pouco mais sobre ele.
Sei, parece loucura o querer tanto de tantos, mas sonhar ou desejar não custa nada, se não fossem estes tais abstratos, como não seriam os eternos apaixonados? Que sofrem mesmo sem ter um sereno amor? O mesmo amor que é nos dedicado é a leve pluma, levada no sopro da vida.
Quero apenas eu, ainda continuar amando sem medo de errar mais uma vez.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
30/07/2010
Porque você tem esse jeito estranho
Adiciona um brilho ao meu escuro (...)” ( I Can’t Catch You – Sixpeance None The Rich)
Assistindo na madrugada de sexta-feira (30) o canal 25 - Globo News, a entrevista do escritor e jornalista, Fabrício Carpinejar, em largada no fim da sua entrevista, diz: - O desejo pensa.
Logo, em poucos minutos secos a fio recebo SMS, antes de abrir o torpedo para ler, além de está pensando na frase do Carpinejar, estava também a imaginar um certo alguém ouvindo a banda de rock cristã estadunidense, Sixpence, foi quando a mente a mil imaginou uma pequena ilusão: Será?! Mas, não poder ser não, já são quase uma da manhã, improvável? Incerto? Vamos ver – Sentindo então um forte bater no coração ansioso, atrapalhado por si mesmo. Esperava com o friozinho na barriga este alguém tivesse também a lembrar de mim, naquele breve momento. Depois abrir a mensagem e vi que era apenas um velho amigo perguntando: - Você está onde Pri?!. Por um momento veio uma mistura de sentimentos, uma desta: a chateação desnecessária, porque esse velho amigo sabia que depois de uma breve viagem (qual fiz a trabalho), certamente descansaria com os controles em mão: do ar-condicionado, TV ( passeando nos canais de seriados, jornalísticos e outros), no vicio ocioso da internet absoluta ou provavelmente dedilhando alguns acordes do meu violão (que falta esses acordes fizera-me por esses dias).
Aqui mais uma vez encontro-me entre os pensamentos acelerados e constantes. Escrevendo desta vez ansiosa, esbanjando risadas pelo torpedo de uma amiga ruiva, diz: Ei Pri! Tive que dar uma saidinha. Quando voltar te chamo no MSN. Bjo, minha GO GO Girl!;). Vocês devem está rindo ou perguntado-se como assim gogo girl?! Simplesmente, estávamos falando de festa à fantasia e ela comentou: Vou de marinheira!. Eu, como boa comediante replico sua mensagem: Irei de gogo girl! Ahuahauaahauuha. Isso foi apenas uma brincadeira hilariante de momento, Deus guarde-me dessa vergonha! Hahahaha
No momento, estou a redigir umas coisas assim, meio sem exatidão de reflexão. Diferente dos post’s anteriores. Apenas, quero rir um pouco mais do que aconteceu nessa sexta, dividir a felicidade que transborda meu coração, alegria imensa de ouvir mais uma vez a voz de uma pessoa muito, muito, muito e muitíssima querida a esse coração fraternissímo.
Pois é amigos internautas, vem a mente uma pergunta: como é sentir-se sóbrio? Sóbrio do amor, paixão avassaladora, carinho constante? Não creio, não existe, não tem como ser tão pé no chão, hoje, escrevo linhas de múltiplos sentimentos, sentimentalista de mim. Tem duas passagens, no blog do Carpinejar, diz:
“Não me deixe viver o que posso, que me seja permitido desprender os limites.”
“Liberdade na vida é ter um amor para se prender.”
[http://www.fabriciocarpinejar.blogger.com.br]
As duas citações são distintas, mas revela o desejo presente do individuo, o do acreditar ainda hoje, neste século, em um sincero amor para recordar e fatalmente vive-lo com o almejado ser, dos seus belos sonhos de bela adormecida. Aquele que você pode confidenciar os seus mais íntimos segredos, julgando não apenas como seu companheiro 24 horas, amante nas horas incertas, mas como seu melhor amigo, seu tudo.
Caminho e caminho nas horas curtas, das primeiras horas deste último sábado de julho. Como qualquer outro cidadão cheia de atividades pela manhã, a tarde pensativa no corte de cabelo: cortar? Luzes? Flahs? Heheheeh...não sei, o que sei: a noite vai ser boa. Irei assistir mais uma colação, desta vez uma velha amiga (Isabela Custódio, chamada carinhosamente entre os amigos de Mel) formou em Direito, na UFAM, após evento, com certeza como cristãos, um jantarzinho em algum lugar tranqüilo, claro, depois de prestigiar amiga, encontrar as outras amizades também importantes em meu ciclo fraternal, entre estás: Raissa Aimê, Pablina, Maeli, Thálita, Si e entre tantas que vou encontrar, talvez no olá? No máximo um longo abraço apertado, dizendo: Que bom reencontrá-la!. Mais uma vez, não sei, deixarei acontecer. Mas posso dizer que permito e liberto a minha vontade de viver, de curtir os breves momentos ao lado daqueles que julgo simplesmente parte de mim, meus bons amigos.
Até logo =]
quarta-feira, 28 de julho de 2010
29/07/2010
Tenho lembrando muito esses dias distantes de casa, lembrando de alguém que está longe daqui, está vivendo o sonho na França. Lembro das confissões e conversas, horas divididas no quarto, na roda de amigos em comum, dos planos de vida, logo substituídos com as outras horas vazias de ciúme, incerteza, insegurança. Tudo passou? Será mesmo? Confesso que ainda penso nela com tanta firmeza, tanto quanto trabalho e ouço as minhas novas referências musicistas e literatura. Estou sem sono, embora, tenha passado o dia no labuto, na Cia de vários momentos interativos de emoções intelectualizadas. Não estou triste, acho que estou com muito sono e cansada. Hoje, escrevo sem tanta dor, sem tanto melodrama, apenas aqui e mais uma vez, desabafando o que meu coração sente nessa fria madrugada, olhando da janela a piscina de Le Massilia, sozinha com os meus pensamentos e com a velha pergunta da citação da música: Quem, além de você?, afastando a saudade que rói no meu peito.
Estive conversando com uma pessoa que conheci uns dois meses, perguntou-me: Será que é carência? Em procurar outra pessoa apenas para viver o que vivi anos com outra?. Então respondi: Sim, acredito que ainda existe amor pelo velho sentimento que era tão forte e verdadeiro, mas que por algum motivo, precisou dizer não e seguir em frente. Procuramos reviver os mesmos momentos com o novo alguém, mas esquecemos que é diferente, o individuo é diferente, temos que nos permitir em voltar amar outros, amar pelo que são e na sinceridade que nos é oferecida, não apenas fazendo disto ou daquilo em apaixonites avassaladoras. É o viver amor próprio, para que assim, possa dizer que poderá amar outros como você. Amando, sem designação de status, seja qual for este, mas que te faça sorrir sempre, sempre.
Estou sem sono, caminhando no site ABERJE, twittando, blogando e entre outros, lendo alguns textos do escritor português, Pablo Neruda, falando de amor que percorre no corpo da mulher amada, voltando ao desejo sucumbido de paixão. Admito senhores, venho permitindo em admirar outros, ainda procurar estimar alguns, mas juro pela minha vida, como é difícil amar de novo. Conheci um alguém há pouco tempo que fez-me sentir o que minha amiga perguntou a principio deste texto. Conheci e sentir a mesma sensação vivida alguns anteriores anos. Mas agora, resta-me a dúvida, da qual como Josué, andei esquivando por meio de sorrisos, pensamento constante. Estou desta vez com os pés no chão, sei que não há expectativa, apenas optei em fazer desse meu sentimentalismo, algo a ensinar a mim mais uma vez: Deixar isso passar, e quando passar ainda vou está aqui, escrevendo coisas incríveis e melhores.
Algo passou por um instante nesta inspiração textual: O inevitável é o não poder resistir. Acredito que não tem como evitar o sofrimento, a frustração, amor, ou seja, o quer for, bom ou ruim, apenas somos humanos e não super-heróis de nós mesmos, vale lembrar que todos têm alguma Kriptonita. Já pensou? Se pudéssemos evitar um monte de coisa? Será que a nossa vida iria ser tão emocionante? Creio que não, porque seriamos como a famosa vida robótica, tudo no controle, ou quem sabe um chip programado e quando não desse certo, trocaria mais uma vez. Então pergunto, gosto de escrever às vezes melodramas de uma jovem de vinte poucos anos? Sabe que afirmo? Idai?! Talvez, não para você, mas para algum outro internauta, leitor, falará ou fará algum sentindo alguma frase, não é verdade? Só apenas peço que tenha paciência e entenda que esse meu espaço, não que seja todas às vezes assim como está a ler, apenas por hoje, preciso por para fora o que está acabando comigo. Sou alegre para uns, triste para outros, confusa para mim, inteligente para tantos, metida para os que não conhecem, sou uma aqui e mantenho-me intacta em todos os lugares onde estou inserida, sem faces e disfarces, apenas coloco-me às claras para que entendas que também sou humana, como você. Não importa se somos vitimas ou culpados, somos seres vivos, vislumbrando desejos, anseios, vida.
Divido mais uma música que conheci em meados de 2007:
“Meu amor, minha flor, minha menina, solidão não se cura com aspirina (...)” (Zeca Baleiro)
**Por motivo de privacidade, evito por os nomes, apenas os identifico como amigos/companheiro/colegas.
28/07/2010
De repente tudo muda para o melhor. Mudanças são bem-vindas quando é permito acontecer e viver. Ando tranqüila, deixando a noite passar por mim, regando as flores com os raios de sol do infinito belenense, lembrando-me do amor storge e porque não o Eros? Também em sua mesma sintonia trago a memória, citação lírica de Leoni: Não se ama, amor, em vão.
Depois de tanto tempo, finalmente, passei uma bela tarde no Mormaço, sob o rio Guamá. Em companhia de grandes colegas e profissionais comunicólogos, assistimos o invejável “descansar” do sol e pensando na temporada das flores, com as breves citações romancista e saudosa, da minha mais nova descoberta e musicista, Leoni:
“Que saudade me aguardem, chegaram as tardes de sol a pino (...) Me encontram vestindo o meu melhor sorriso (...) Preparando o campo e alma para as flores (...) Me espera amor que estou chegando.”
Bonito, não é? Essa letra apenas vem afirmar tudo aquilo que tenho aguardado por longos meses, a inspiração. Estou a carregar nesse instante, a paz que só Deus tem posto a mim, uma paz tão única, serena e feliz.
Tenho buscado nestes breves dias, deixar de procurar respostas, porque elas estão dentro de nós, somos a causa e a saída de tudo. Deixei por ora, larguei de mão, outra parte do Norte. Medito dia e noite, naquilo que trás sossego a minha mente acelerada.
Nesse momento, busco em mim o que só pode ocorrer quando desejamos: A mudança começa dentro de nós. Pois, o inverno passou e agora é temporada das belas flores de setembro, vem dizer e recordar: Calma, muita calma, tudo tem seu tempo e seu lugar.
Aqui, nessa terra de ninguém encontro-me em uma bela companhia: Meus musicistas favoritos, um skype para manter contato com os nobres parceiros da vida, um sorvete de castanha belenense, degustando uma massa boa, rindo e respondendo os e-mails alegres, perdendo-me no breve pensamento dos belos lábios de sexta-feira e abraços de um alguém, feliz? Mais do que isso? Impossível, tudo em sua harmonia.
Termino mais uma vez as entre linhas do pensamento:
“Reformando a casa (...) dando abrigo (...)” (As cartas que eu não mando – Leoni)
domingo, 25 de julho de 2010
25/07/2010
Quase tudo o que eu sei...” (Ainda é cedo – Legião Urbana)
A semana foi extremamente fora do comum e como postei no twitter, essa mesma semana vivi o inesperado, diga-se de passagem, que estou referindo-me aos acontecimentos positivos de “última hora”. Embora, esteja um pouco cansada da rotina demasiada de bota foras do fim de tarde, justamente buscando distrair a mente depois de um dia cheio de literatura, revisão e textos sobre textos para escrever, ainda sim procuro manter os pés no chão e ir encontro de superar as propostas dos desafios.
Já tem um tempo que não ouvia as músicas da banda de rock, Legião Urbana, ouvi tanto entre os 14 a 20 anos, chega um momento ser insuportável ouvir mais uma vez. Neste sábado maravilhoso de julho escutei duas canções que marcaram muitas das minhas descobertas emocionais, por um instante fiquei pensativa, mas sentindo o torpedo da alma: felicidade, invadir a minha espiritualidade. Recordei da longa conversa que tive na sexta a noite, compartilhando informações, atualizando as noticias a minha velha amiga, disse algo a ela que chegou a surpreendê-la e, com um leve sorriso em seu rosto disse: Pri, quem diria!? Estou tão feliz de vê-la bem decidida sobre este assunto (assunto para um bom entendedor irá descobrir entre linhas desse texto). Logo, olhei para ela e disse: Amiga, um dia precisamos admitir o que realmente temos preferência, se vai desencontro a uma ordem ou não, neste momento não tem tanta importância, estou tranqüila, estou em paz. A frase acima, extraída da canção “Ainda é Cedo” é apenas uma simples reflexão dos últimos acontecimentos, lembranças do passado veio a mente e novas expectativas também agrega-se a estes dias.
A vida é cheia de encontro e desencontro, seja nas vontades mais loucas ou nos peculiares desejos, o que interessa fatalmente é correr o risco de viver o estranho que depois sem perceber torna-se bonito. É dar-se chance de conhecer o que ficou guardado há tanto e tanto tempo, como talvez de pular de uma grande pedra, no sítio da Porteira de Presidente Figueiredo, ou, quem sabe enviar um e-mail a alguém especial, admitindo o favoritismo barato do seu coração. Louco, não? Julgo que as oportunidades estão as nossas vistas, basta-nos entregar a face e admitir como ser humano viver as novas experiências, descobrindo-se verdadeiramente, para que assim, possa ser exemplo a outros, tarefa difícil? Quem disse que seria fácil?.
Existe uma canção do Renato Russo que em particular, amo ouvir e sonhar junto, diz:
“Por favor, amor, me acredite! Não há palavras para explicar o que eu sinto (...) Tenho mais do que eu preciso e estar contigo é o bastante (...) Certas coisas de todo o dia, nos trazem a alegria (...)” (Música Ambiente – Legião Urbana)
São palavras mescladas com o lúdico, andando de mãos dadas com o intimo mais sincero do individuo. Quem é que não quer sentir essas descrições: Tenho mais do que eu preciso e estar contigo é o bastante. Uma coisa é certa, estou bem esses dias não é por nada não, apenas estou bem, terminando uma semana legal, começarei outra um pouco longe de tudo e com o pensamento no que deixarei por breves dias, mesmo assim, passará voando. Apenas, nesse instante da minha vida, quero continuar cuidando de mim, cuidando do meu coração, preservando minhas boas parcerias e almejo continuar alegrando-me com tudo, mesmo que às vezes possa ser difícil sorrir, pelo menos faço minha parte: Vivo, este é o meu principal ofício.
Concluo com a citação dessa canção maravilhosa, toda vez que ouço viajo no tempo:
“ Baby! Compra o jornal e vem ver o sol (...) Se você não poder ser forte, tente pelo menos ser humana (...) Todo mundo é parecido, quando sente dor, mas lua e sol ao meio-dia, só para quem está pronto para o amor (...) Mas, quem tem coragem de ouvir: Amanheceu o pensamento, que vai mudar o mundo com seus moinhos de vento.” (O Poeta Está Vivo – Barão vermelho)
quinta-feira, 22 de julho de 2010
23/07/2010
“Há um muro de concreto entre os nossos lábios, há um muro de Berlim dentro de mim, tudo se dividi, tudo se separa, a diferença é o que temos em comum. Não há nada de concreto entre os nossos lábios, só um muro de batom e frases sem fim(...)” (Alivio Imediato – Eng. Do Hawaii)
Até logo... =]
22/07/2010
Você acredita em destino?
Acredita que tudo pode e tem o seu tempo?
Pois é, ando pensando nisso está semana.
Existia um tempo que não iria magoar-me com nada, preocupar com nada, apenas tinha e continuo tomando a decisão de vencer os obstáculos da vida.
Estou revivendo momentos até alguns dias esquecido e distante.
Mais uma vez volto a degustar sentimentos sinceros, retomo a descoberta e ensino o novo a quem quer viver o intenso.
Alguém fez recordar uma frase clichê: Não corra atrás das borboletas, deixe que elas pousem em você.
Algo desejo dividir sobre meu mundo particular: Tanto quanto sou impulsiva, sou punho forte ou pelo menos tento ter punhos fortes para não sofrer com a frustração.
Estou feliz, confesso, estou feliz.
Já tem dois dias que não estou dormindo direito, acordo pela madrugada, como agora. E, fazendo hora das horas vagas da madrugada quente da cidade, aqui, encontro-me a escrever textos e ouvir música, acompanhada do silêncio da minha fiel companheira, Tita e do som ambiente de Estela Cassilatti.
Estes dias andam diferente do que o geral de outros instantes.
Apenas estou feliz, feliz de fazer novas amizades, feliz das expectativas de agosto, da viagem, feliz de ler recados no skype, com os dizeres: Aguardo você amanhã.
Só não quero criar mais dentro de mim o muro de Berlim, por isso, o coloquei abaixo para que possa ter o livre acesso de continuar sentindo está felicidade, mesmo que seja arriscado demais, mas se não arriscar como vou saber?
Já são 3h18 em umas das quintas-feiras de julho, aqui estou terminando mais uma linha de pensamento acelerado e constante.
Até logo
22 de julho de 2010
Eu gosto de Stella, aprecio a bossa-nova na companhia do meu acervo de livro, assistindo o movimento cibernético.
Ela diz nunca ter experimentado as coisas que experimentei, tem curiosidade.
Eu digo oposto, já experimentei e gostei, agora busco o infinito particular junto ao alguém especial.
Ela trabalha no escritório com pessoas diferentes.
Eu trabalho em casa, revisando textos e entregando-os em prazos.
Ela tem um alguém esperando em casa.
Eu tenho apenas eu, de quebra um aviso prévio da família dizendo: Olha o horário!
Ela é simples em decisões.
Eu sou determinada nas decisões.
Ela gosta de conversar.
Eu gosto de ouvir.
Ela prefere não escrever.
Eu já vivo para escrever.
Ela vive seus trinta e poucos anos.
Eu vivo os meus vinte poucos anos.
Entre tantas diferenças, vivemos lado a lado como se essas diferenças não existissem.
Ela coloca as mãos sob a mesa.
Eu encontro minhas mãos em suas mãos a mesa.
Ela se sente bem conversando comigo.
Eu viajo no tempo.
Ela tem o nome diferente.
Eu tenho o nome faltando uma letra, também diferente.
Ela escreve oi.
Eu escrevo amor.
Ela não se entende.
Eu também não me entendo.
Ela sorrir quando olha para mim.
Eu abaixo os olhos com timidez.
Ela aprende.
Eu ensino.
Ela ensina.
Eu aprendo.
Ela descobre.
Eu descubro junto.
Ela pensa todos os dias em coisas.
Eu penso nela todos os dias.
Ela sonha acordada.
Eu sonho dormindo.
Ela crer em Deus.
Eu temo a Deus.
Ela faz a diferença.
Eu sinto a diferença.
Ela toma o café da manhã.
Eu tomo o chocolate gelado, lendo o jornal online.
Ela diz “você sabe o que quer” e afirma sua impulsividade.
Eu digo que sou ansiosa e afirmo o auto-controle para não perder o caminho.
Ela admira minha maturidade a frente da minha idade.
Eu amo ouvir sua voz, observar seu leve sorriso tímido.
Ela é minha?
Eu sei que sou dela.
Ela busca.
Eu encontrei.
Olho o agora, vivendo a bela, intrigante e sustentável certeza da incerteza.
Como já dizia Vinicius de Moraes: que seja eterno enquanto dure.
Apenas, nesse momento respeite o nosso espaço, quero está assim: Ela e Eu.
Texto dedicado alguém muito especial: M.S.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Manaus, 05 de Julho de 2010
Em outro momento escrevi o seguinte: Estes dias andam sensíveis. Agora, estes mesmos dias retornam sensíveis com tonalidade de alegrias e esperanças cada vez renovadas. Andei assistindo algumas vidas, com histórias interessantes para levar nesta breve memória como exemplo a ser praticado. Exemplo dessa prática é de ser mais solidário com quem precisa, praticar mais o ouvir com aquele que necessita de um ombro amigo, alegrar-se com a conquista alheia, olhar a vida com mais amor para si e dizer a Deus todos os dias por sermos gratos em nos manter vivos com sua infinita graça e misericórdia nessa terra de ninguém.
Tem tempos que fico dias sem escrever, mas nesta segunda-feira estou precisando por para fora sentimentos que consomem o meu espírito. Ando sentindo saudade de pessoas que surgiram de repente, como a Luciana Lopes, amiga internauta de São Paulo, passávamos horas conversando no MSN sobre muitas coisas, dividindo situações da vida que nos fazia rir, outra hora, vem à saudade do silêncio de uma pessoa que marcou minha vida, da qual resguardo-me neste momento de escrever o seu nome, sinto saudade de um fim de semana em Paricatuba, com uma turma da velha guarda do rock roll, sinto falta de está todos os domingos na Igreja Presbiteriana, sinto saudade do abraço forte da minha amiga Carla De Paula, ando sentindo falta de leserá baré que tomavam o inicio dos meus vinte e poucos anos. É saudade, saudade horas tomadas, mas breve é o sentimento que preenche-se as novas conquistas que vem realizando-se no decorrer destes dias tão solitários do mês de julho.
Andei lendo perfis de escritores, e uma das passagens interessante diz:
“Só escrevemos tristezas, às vezes felicidades. Ninguém gosta de ler alegria, o ser humano gosta de ser triste...” (Bruna Thaylise)
Partindo desse ponto de vista contextual, parei para analisar e percebi o grau de verdade que existe nesta frase. Isso vale não apenas para velhos escritores como alma de Chico Buarque, mas para vida de todos que fazem parte dela, sendo ele um personagem dessa história ou um jornalista vanguarda que precisa publicar as mais belas histórias tristes da sociedade alternativa.
Essa confusão textual de hoje, só vem ajudar a recordar que não existe melhor terapia a do que escrever coisas sobre si, dividindo com quem quiser ler e passar adiante. Pode ser a mais bela alegria ou o mais belo texto com vários erros gramaticais, mas ainda sim continuará sendo uma história que o identifica nesta passagem literária. Escrever faz dar aquele sentindo de dizer, como a canção citada no inicio deste texto: Eu voltaria no tempo.
Termino com a música: Butterflies & Hurricanes – MUSE; álbum Absolution.
domingo, 6 de junho de 2010
06/06/2010
Tenho buscado esses últimos 03 anos a melhor forma de expressar as linhas de pensamentos em blogs ou nos outros sites de informação, pelo que observo a evolução de estudar com afinco, tem sendo iluminador ao intelecto. Mesmo precisando passar horas em frente ao computador dedilhando textos, seja para o trabalho ou pessoal, mas sempre no objetivo de conquistar o tal do lugar ao sol.
Intrigante e insistente, é a mente acelerada sendo uma válvula de descontração, na linguagem técnica da psicologia: Terapia Ocupacional. Já faz um tempo que estava precisando parar um pouco com a rotina, a rotina venenosa do tempo, é o que leva muitas pessoas a frustrações e desânimo. Não estou falando que precisará de férias, mas especialmente essas últimas semanas minha mente andava uma bagunça, o que levava até então a desencadear muitas idéias alternadas as especulando para a bossa-nova, com direito a um cafezinho filosófico e uma boa literatura com Manuel Bandeira.
Como a breve citação da música “Metade”, buscamos continuamente sentimentos que possam nos preencher e ao mesmo tempo esvaziar das vontades loucas, como a de eternizar uma bela fraternidade. A reflexão do dia vem tornando-se a cada dia importante, principalmente para aqueles que ficam mais maduros, é aí que resolve dar atenção as mínimas coisas desta jornada da vida. Recordo que há uns anos, não preocupava-me em tirar um tempo para descansar a mente, costumava sair e voltar muito tarde para casa, agora? Como diz uma das músicas do Cazuza, com o ar de egocentrismo certeiro: “gosto do bom gosto”. O que aplica a todos, necessidade de ter cada vez mais a qualidade de vida, seja no intelecto, espiritual ou na vida pessoal, o desejo de está pautando e construindo o que pode ser bom, pensando no que poderá impactar o outro, pensando em fazer alguém feliz, o deixando com ar de super-poderoso (a) para que tudo isso e mais um pouco, possa não apenas ser uma mera especulação momentânea e humanitária do individuo que anda com os pés no chão, outros com os pés de escritores passivos da utopia, que vai além do que se vê.
Esses dias andam sensíveis. Acredito que é apenas o vislumbre de sentimentos passageiros, passageiros como as nuvens nubladas acompanhada com os raios e trovões das grandes tempestades, mas tudo passa, a situação é: viver, porque breve lá vem o sol entre reflexo e reflexões, em encontros e desencontros do mesmo sopro que nos atravessa. E, com o parecer de um momento feio, como foi dito da tempestade, torna-se belo. Logo o cheiro do campo, da rua molhada, dos pingos na janela, fará sentir o renovo do existir, voltando mais forte e sobre tudo: pensamento positivo, tudo tem seu momento, lugar e hora de acontecer. Finalmente, vale lembrar-nos mais uma vez: Bola para frente, pois de repente vem o gol da virada ou quem sabe da vitória?
Até logo =]
quinta-feira, 3 de junho de 2010
04/06/2010
Em uma das conversas no MSN com algumas raridades, acompanha-me minha velha amiga solidão, a MPB desbravada e madrugada de chuva manauará, pensando no que foi dito em duas conversas, diz:
Parte I
Polly diz:
- Como você está?
De Assis responde:
- Estou beleza! Coração apaixonado pela literatura, pela chuva que cai neste momento, pela vida que é constante. Assim sou, assim existo.
Parte II
De Assis diz:
-Alma de Poeta!
Marcos responde:
- Não sou Vinicius de Moraes, mas sou Vinicius de Souza. Está no nome.(risos)
De Assis responde:
- ahahahaha...Eu sei disso, pois também como Machado de Assis, sou De Assis. Está no nome.
Acredito que representamos bem os nossos nomes, seja você, um ser com alma de poeta levado à bossa-nova, ou apenas um alguém sem rótulos, mas tanto quanto Marcos ou Eu, faz-se também a diferença. Que venhamos a pensar no impacto que realizamos no dia a dia. Pense nisso.
Tenha um ótimo feriado prolongado!
03/ 06//2010
Navegando na literatura online, tenho o hábito de ler algumas coisas da escritora de “alma prolixa”, Clarice Lispector, sabe expor afinco seus pensamentos constantes. Este mês é especial para os “enamorados” e, para alguns como eu, ainda solteiros, ficamos na espera de acontecer um belo romance europeu (risos). Andei pensando em algumas coisas relacionadas a namoro, refletindo sobre isso, vejo que é algo muito liberal, tão liberal e normal que torna-se perigoso. Existe gente que estar por estar com alguém, para não sentir-se sozinho, medo da solidão que termina entrando muitas vezes na famosa “barca furada”, outros está ao lado de alguém é um típico “love songs”. O que quero dizer que vejo atualmente em casais e solteiros metidos a modernos, faltando à cumplicidade da idéia de ser algo mais completo, mais sincero ou mesmo mais tranqüilo, como diz uma das canções de Vinicius de Moraes: Que seja eterno enquanto dure. Agora a mim, o negócio do processo que leva o nome de paixão, amor, namoro, noivado e casamento é tudo muito complexo, não lembro de ter vivido um grande amor, mas recordo de ter perdido-me por uma paixão que bateu forte na alma, tem uma passagem da Lispector que diz:
“Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil.”
Hey! Parece complicado não é? Mas tem outro aqui que diz:
“Mas tenho medo do que é novo e tenho medo de viver o que não entendo - quero sempre ter a garantia de pelo menos estar pensando que entendo, não sei me entregar à desorientação.”
Quando digo complexo, complicado ou qualquer outro gênero, estou a dizer que o relacionamento em si sempre foi muito misterioso, temos que descobrir e deixar viver outro, permitindo a entrada do que pode ser sincero, causando um impacto que começa dentro de nós. Todos até os mais moderninhos querem um amor, desejam dividir sua vida com alguém, acordar pela manhã ver aquela carinha toda amassada dos lençóis ou quando final da tarde, depois de um dia cansativo, ligar para este alguém especial e dizer: Como você está?. O que deixa mal esse novo século é justamente o que disse no inicio: a liberdade afoita. Por isso existe tanta gente rompendo casamento, noivados ou namoros de longa data por traição, falta de cumplicidade e alguns casos de amor próprio.
Tenho vinte e poucos anos, vivo com intensidade essa minha fase de solteira, gosto? sinceramente estou começando a ficar entediada, necessitando namorar sério – Não que saia pegando alguém! Hahahaha...não mesmo, sou careta!, mas penso em ter alguém ao lado para sonhar, crescer, dividir, rir e sei lá mais o quê junto, a idéia de encontrar alguém que possa dizer com entusiasmo aos amigos, como diz minha amiga e colega de profissão, Juliana Prestes: Esse é o (a) cara!.
Embora, tudo tenha seu tempo e quando menos esperar vai emergir alguém ou de repente um louco em nossa vida de solteiro, dizendo: É tu mesmo coração! Ahahahahaha....brincandeira...fico por aqui escrevendo e escrevendo, dividido breves linhas de um pensamento acelerado. Desde agora desejo um ótimo feliz dia dos namorados e aos solteiros: Boa sorte! E cuide bem de seus corações, ah! E sugestão: passem o dia dos namorados com o grupo de amigos! Não fiquem em frente da TV ou computador acompanhado de pitzza e refrigerante, engorda horrores!! (terminando ao som de muita risada baré)
inté!
Fogueira de Vaidades
É a estranha amiga que me seduz.
Caminho envolto a neblina e a fumaça
E a turva forma me abraça.
Seguir tentando respirar por essa selva de pedras
Entre as ruínas e dejetos neste esgoto à céu aberto,
Contaminando nosso lar, agonizando antes de asfixiar.
De todo lixo e podridão em meio desse turbilhão
O re-progresso será nossa redenção.
Aqui a vida não é um jogo, nenhum por ti nem deus por todos
Portas e destinos estarão sempre abertos,
Mas te ignoram quando você está por perto.
Sujeitos buscam distração
Tentando fugir de sua solidão
Egos famintos querem sempre mais,
Alimentam os olhos mas ferem a alma.
Enebriados pela luz vagando por qualquer cidade,
Ardendo em chamas na fogueira de vaidades.
Autor: Vinicius de Souza
****TExto gentilmente concedido pelo Amigo de longa data, Marcos Vinicius.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
27/05/2010
- Para os ciganos, o Sino tem relação com a pontualidade e a disciplina. O Sino representa a exatidão e a perfeição. A pessoa desse signo é muito organizada, crítica e ambiciosa. Adora aproveitar a vida, mas sempre com consciência e sem exageros.
Agora vos pergunto, será que podemos acreditar na “quase” perfeita discrição astrológica da existência humana? Vejo que é uma pergunta extremamente pessoal. O que não podemos jamais como cristão de está a estudar com afinco a escrituras sagradas, pois em intermédio da fé em Cristo, lembramos que nem astrologia e nem outra coisa qualquer poderá descrever com tanta perfeição sobre a nossa existência, o inicio da criação da vida, como a que Deus tem feito acontecer a milhões de anos. Acreditar em astrologia e afins é uma escolha e, sinceramente, prefiro continuar lendo e refletindo nas passagens da bíblia, não como religiosa louca ou fanática, mas como ser humano que reconhece a necessidade de está mais presente, na presença de Deus.
A todos que dependem das questões de astros e extras terrestres para saber como será o seu dia, convido a experimentar a ler todas as manhãs uma passagem da bíblia e também a orar e, saberá como será o seu dia, exemplo disso: Muita paz, sossego de espírito, ânimo para conquistar as coisas do por vir e segurança de continuar a viver com intensidade. Experimente e deixe acontecer!
Beijos =]
sexta-feira, 14 de maio de 2010
14/05/2010
Música: Nothing Compares (Nada se compara)
“Nada se compara com á grandeza de conhecer-te senhor/ Ouvir todas as histórias, vi todos os sinais, testemunhei todas as glórias, já experimentei tudo que é bom/ Nada se compara com á grandeza de conhecer-te senhor/ Vejo as pessoas perdendo tempo, aumentando suas riquezas para uma vida boa/ Nada se compara com á grandeza de conhecer-te senhor...”
Third Day, Ministra:
Estas palavras foram escritas pelo apóstolo, Paulo, são tão atuais hoje quanto eram há 2 mil anos. Mas, não importa para onde vamos, ou que podemos ver, que podemos encontrar, ou o que é nos dado. Não há nada nesse mundo que chegue perto de conhecer a grandeza de Jesus Cristo, nosso Senhor.
Estas palavras do apóstolo, Paulo, estão no livro de Filipenses, capitulo 3. Ele fala sobre tudo o que passou na vida e como ele foi criado na família certa, de forma correta de acordo com Deus, ninguém acharia nada errado nele. Mas, Paulo diz: Quando me deparei com a graça e misericórdia de JESUS foi quando descobrir o verdadeiro sentindo da vida. Todas as minhas realizações, tudo que fiz e o que farei nada disso pode ser comparado a JESUS.
É algo que não tem preço, em outras palavras, não há nada que não podemos nos desapegar para ficarmos mais próximos de Deus. E, Jesus mesmo disse: Se vais me seguir tens que morrer ti mesmo, pega a tua cruz e seguir-me. E disse ainda: Aquele que viver para si mesmo, perderá sua vida, mas as que viverem por mim, ganharão a vida eterna.
Ganharão alegria, paz ao lado Dele. O convite está lançando não por mim e pelo Third Day, mas por JESUS. Vinde a mim todos os que estão cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei. Os que tem medos, dúvidas, vinde a mim e vos darei respostas. Todos os enfermos, vinde a mim e eu os curarei, vinde a mim e vos darei a luz. E diz: Eu SOU o caminho e a verdade, ninguém vai ao PAI senão por mim.
Não há nada tão importante de quanto a conhecer a Jesus.
Continuação do inicio da música Nothing Compares
“Vivo o presente, pois não sei o que será do amanhã/ Não importa o que aconteça nunca estarei sozinho/ Nada se compara á grandeza de conhecer-te sennhor....”
Amém.
Caros amigos, essas palavras foram extraídas do DVD de um show da banda de rock alternativo, gospel. Que o Deus Eterno que sirvo todos os dias, abençoe e edifique cada vez mais a sua vida, que essas palavras também possam ser verdadeiras na sua vida, no nome de Jesus.
Com amor em Cristo,
Fraternalmente,
Pricila De Assis
quarta-feira, 12 de maio de 2010
12/05/2010
Ando aprendendo um monte de coisa, boas e más, mas são apenas: “mas”, da explicação constante do breve pensamento da minha (sim! na primeira pessoa, egoísta, finalmente) vida. Em um momento desse constante aprendizado pensei com os botões da fagulha da idéia: Como assim? Logo recebo a resposta de um nada, como diz o cara, Humberto dos Engenheiros do Hawaii: - Na verdade nada é uma palavra esperando tradução. Sabe de uma coisa? a tal da tradução poderia ser, neste momento: a calma, quando procuramos em nós à serena calma, qual encontro-me tão calma com um todo que existe nesta terra de ninguém. Dá para entender? (risadas) nem eu, muitas vezes entendo. O importante que estou vivendo a melhor fase da minha vida.
Ah! Vida! Que coisa boa é vive-la a cada aurora.
Ouvindo: “Calma! Tudo está em calma. Deixa que o beijo dure, deixe que o tempo cure, deixe que alma tenha a mesma idade do céu....” – A idade do céu (Paulinho Moska)
09/05/20101
Aqui, ao som de Muse, do álbum que aprecio a todo vapor: The Resistance, compartilho um dos pensamentos da escritora, Clarice Lispector:
“Isso é muita sabedoria....
Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue;outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho...o de mais nada fazer.”
Até logo.... =]
terça-feira, 4 de maio de 2010
03/05/2010
hoje apenas tenho isso para escrever: Muito obrigada senhor Deus por amar-me de uma maneira que nenhum homem pode entender...Amo-te Jesus! venha reinar sob minha vida. Peço-te Espirito Santo que continue abrindo os olhos espirituais, fazendo-me enchegar a misericórdia e a graça de Deus todos os dias, pois sem o senhor Deus, não tenho como existir....amém =]
02/05/2010
Certas pessoas não tomam cuidado com que falam ou comporta-se...o que custa dizer: é isso! E ponto!....Criando expectativas frustrantes....estou farta de encontrar gente desse perfil: Hipócritas e Mentirosas!. Não que seja alguma santa! Cheia de graça, mas pelo menos costumo tomar cuidado para não fazer ninguém de palhaço. Vou usar o nariz de palhaço, o que acha?!. O meu coração está triste, decepcionado....não tenho porque ficar dedilhando emoções de uma outra hora que nunca existiu....bola para frente....As pessoas, só mostram aquilo o querem ser: Algumas almejadas, outras detestáveis...vai entender....Dessa vez e, mais uma vez canto aquilo que não existe: "Se o amor é fantasia, eu me encontro ultimamente em pleno carnaval..." (Vinicius de Moraes). Por fim, vivendo e aprendendo? Ou aprendendo e vivendo? Tanto faz, ambos nos ajudam a crescer. Não é verdade?!.
01/05/2010
É reflexível quando paramos para avaliar certas coisas que acontecem em nossas vidas. Todos os dias é dia de tomar posição para enfrentar os problemas que, muitos destes insistem a nos deixar abatidos, como uma batalha que parece nunca não chegar ao fim. Tenho meditado em algumas escolhas que andei fazendo e, com isso mais uma vez erguer a cabeça confiante de que vai dar certo, como muitas outras vezes e continuamente ter atitude plausível de dizer: Tente e tente mais uma vez. Lembro-me ao ler um dos poemas de William Shakespeare e, memorável e conhecida é uma das passagens, mas uma parte apenas enfatiza-se em mente, diz: - o mundo não pára para que você o conserte. O artigo “o” pode ter várias definições importantes para o individuo, a questão é em lógica a simples atitude de gerar mudanças, partida unicamente como foi dito no principio deste texto: Posicione-se, tomar e ter atitudes. Em uma pequena circunstância da caminhada, a famosa pedra de tropeço vem e nos atingi, ensinando em síntese como certa vez ouvir um conselho plagiado: Pri, a vida não tira as coisas, ela nos liberta. Mesmo difícil, venhamos a nos alegrar com os reais fatos aparentemente perdidos, assistindo-os com olhos de esperança do por vir, levando a crer que o amanhã sempre será muito bem-vindo e o melhor ainda mais de Deus, soberano, estar por vir. E, mais uma vez para não esquecer: vamos tentar até não poder mais, deixar viver com a intensidade o absoluto do existir, seja: um grande amor, paixão ou qualquer outro sentimento, construindo pontes do auto-conhecer, é vive-los, é a experiência da vida que abri portas do que jamais pensou ter em nós. Sorria! eleve os seus olhos ao horizonte, aproveite! E, jamais venhamos a esquecer de acreditar cada vez mais em “nós mesmos”.
30/04/2010
Olho seu rosto e penso: Como você está?
Vejo suas novidades de vida e imagino se um dia poderia as dividir comigo.
Estou meio assim, sei lá...viajando nos pensamentos mais incertos, ouvindo conselhos mais que distantes.
Ando sentindo falta, falta de você.
Um dia perguntou-me: estou fazendo-te mal?!
Respondi: Preciso responder?
Contudo, quero está com cabeça fria para pensar melhor nas coisas do por vir, melhor para aceitar certas circunstâncias da minha vida. Diante de tantos e tantos, sou sobrevivente de mais um dia e, nós, como apenas meros humanos precisamos sobreviver a este dia.
Tem vezes que parecemos não sobreviver, mas pelo que acreditamos na fé em Deus que, hoje, é apenas mais um dia. Embora, a solidão seja tão incerta do perigo das horas. A verdade, em algum momento que sejamos tão aparentemente forte, está insegurança que bate a porta, com as tardes que talvez nunca venha acontecer, mas por sermos tão sensíveis adotamos a expectativa de que algo aconteça pela verdade que é vivente.
Ando sentindo falta, falta de você.
Estou dedilhando aos acordes do meu violão, como uma velha canção amanhecida.
Aqui estou aos seus pés iludicamente ou loucamente? Falo que estou fora de mim, é bom ou não? Procurei? Claro que não, mas estou bem, acredite, estou bem, mesmo com um coração apaixonado mais uma vez.
Quero apenas dar “a cara tapa” para dizer: Você faz parte de mim, faz parte do que pensei não existir mais em mim, você é especial para mim.
Quer saber? Como diz uma velha canção: Troco os meus planos, por um beijo seu. Preciso ser mais direta? E, mesmo não agüentando mais, ainda sim, vou chorar baixinho.
Com sotaque em Frances: J’ adore.
29/ 04/ 2010
Certas pessoas não tomam cuidado com que falam ou comporta-se...o que custa dizer: é isso! E ponto!....Criando expectativas frustrantes....estou farta de encontrar gente desse perfil: Pior de Hipócritas e Mentirosas, é OMISSAS!. Não que seja alguma santa! Cheia de graça, mas pelo menos costumo tomar cuidado para não fazer ninguém de palhaço. Vou usar o nariz de palhaço, o que acha?!. O meu coração está triste, decepcionado....não tenho porque ficar dedilhando emoções de uma outra hora que nunca existiu....bola para frente....As pessoas, só mostram aquilo o querem ser: Algumas almejadas, outras detestáveis...vai entender....Dessa vez e, mais uma vez canto aquilo que não existe: "Se o amor é fantasia, eu me encontro ultimamente em pleno carnaval..." (Vinicius de Moraes). Por fim, vivendo e aprendendo? Ou aprendendo e vivendo? Tanto faz, ambos nos ajudam a crescer. Não é verdade?!.
25/04/2010
Dizer: Eu te amo, é tão vulnerável que até dar-se medo em passar adiante essas três pequeninas palavras que, dentro de uma extremidade surreal é capaz de abrir muitos olhos dentro de nós, olhos de outros poderes inimagináveis.
Existe uma canção que adoro, vale ressaltar que, se um dia tiver uma filha vou colocar o nome dela de Luiza, em homenagem a Vinicius de Moraes que tem a canção com essa frase: “Os sete mil amores, que eu guardei só para te dar...” (Luiza-Chico Buarque de Holanda). Estou um pouco confusa, ou será meu coração que “anda” em busca de dizer mais uma vez: Amo-te mil vezes?!. Exagero? Acho que não, quando sentimos algo tudo é muito exagerado: risadas borbulhantes de felicidade ou levei um tiro de canhão no coração, até para alguns faz perder o sono. Estranho? Não sei, amei uma vez, apenas uma vez tenho certeza que amei nessa vida, mas ainda continuo apaixonando-me todos os dias pela liberdade que é constituída a mim. Até um momento estava batendo um papo legal no MSN sobre este assunto com uma dileta e, em umas das filosofias que adotamos foi: o amor te faz perder parte do senso de direção, depois que percebemos, as coisas mudam. É quando aí tentamos reencontrar aquele velho caminho do inicio, dirigindo-se com tudo para recuperar-se, é então, quando definitivamente aceitamos que não tem como voltar, porque já foi vivido, ao menos uma vez já foi vivido. Em outras palavras, pelo motivo de já ter amado uma vez, não importa quanto tempo tenha isso, mas a certeza é que amou e muito! E, o que dói é que mesmo que esforce-se, não tem como voltar para o principio da velha história e amar se amarrar tudo de novo, simplesmente porque já viveu esse amor e, ainda o viverá de certo modo, pois é único. Vale lembrar, mesmo que não seja aparentemente o momento, não podemos deixar de abraçar aquele (a) que está diante de você como ser humano pedindo para entrar na vida e dizer: Posso amar-te? pedindo licença sutilmente para fazer feliz, mesmo que por milésimo de instante. Finalmente, sempre vamos amar loucamente e não sermos tão amados com mesmo “grau e número”. Por diversas vezes sentiremos medo e dúvidas, mas se sempre ficarmos “abitolados” com isso, jamais poderemos reconstruir o que um dia foi perdido, não é verdade? Pense nisso.
22/ 04/2010
As dúvidas rolam sem parar, o coração quase não descansa, sofro? Vc sofre? É provável.
Tudo começou quase sem querer, apostando que nada seria tão diferente de outras tantas vezes. Aqui estou.
Quem é você? Faz-me escrever, impulsiona-me ir adiante e distante.
Quero poder dizer: Estou bem para prosseguir, mas ainda não posso porque não quero machucar ninguém, pois já fui ferida uma vez.
Mas, vem por hora alguém e diz: Não desliga, não quero dizer tchau, não agora, ouça a canção do que sinto. Se mesmo assim precisa dizer até qualquer dia, então, tudo bem, vai em paz.
Sendo tão de repente, aqui estou.
Por favor, não vai agora, fica um pouco mais.
Até as canções de Regina Spektor não saem mais da mente, que viagem?! Mas, afirmo: tudo tranqüilo.
Hey, presta atenção, estou aqui: apenas pensando, pensando adivinha em quem?
Apenas quero ver seu sorriso, o qual já disse uma vez: Você tem um belo sorriso. Mesmo sabendo que não serei eu, correspondia a tal altura, sabe de uma coisa? Arrisco-me, quer mais? Apenas Vivo! E, deixe-me viver, pode ser? Cedo de mais? O que não é cedo demais para quem um dia já foi tarde demais?
Por gentileza, não faça-me deixar de escrever mais uma vez ou de dedilhar canções de sentimentos mais que sinceros, palavras ou sentimentos mais que repetidos? Apenas Peço: Tente, tente e tente, mais uma vez entregar-se, por que um dia estive assim como você, hoje, estou aqui entregando-me, mesmo sendo tão arriscado.
Então, no finito do céu azul cante comigo: All you nedd is Love, porque com ele, penso em ti.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
17/04/2010
Esses dias tenho andado ociosa com algumas coisas, inventando todos os dias a tal de “nove horas” - parece engraçado não? Mas, fazer o quê? Estou estudando direto para alguns concursos e, vez e outra pego no livro de espanhol para fazer trocadilhos lingüísticos, fazendo desse momento de tempo vazio em algo produtivo. Voltei a malhar, novamente cortei o cabelo curto, a usar óculos parafusados, porque minha vista andava muito estressada! Ahahhahaha...brincadeira. Retornei a ler uns livros aí que ainda não tinha terminado de ler, como: Nem uma hora? (Pastor Larry Lea) e Entre Linhas (Jornalista Neuton Corrêa). Entre tantas outras reviravoltas, passei a ouvir por influencia positiva de algumas amizades, compositores da Rússia e os iluminados da terra da luz, França, cito e indico o nome desses nobres músicos para ouvi-los: Carla Bruni (sugestão de Lucy Garcia), Regina Spektor (Sissy Sampaio) e Jacques Brel (A caso de pesquisas). Enfim, embora com algumas novidades de vida – Era bom se todos nós sempre mesmo caminhando ao som do desconhecido, de faces e fases até estranha, pudéssemos sempre dizer com muito entusiasmo: Vivo em novidade de Vida, VIVO! Ou os VIVO. Bom, sei de algo, todo o dia mesmo que difícil, precisamos procurar em nós, a inspiração de qualquer coisa que mesmo por aquele milésimo de segundos o deixa feliz, isso dar impulso para prosseguir nessa terra de ninguém – linguagem de uma das minhas bandas favoritas, Engenheiros do Hawai. Procurar inspirar-se é dizer a si que podemos, conquistaremos os alvos que para alguns é a eterna salvação em Cristo, para outros apenas um momento de êxtase e para mim, o importante é algo que escrevi a uma nova amizade, assim o compartilho:
- A inspiração bate ao som de uma velha bossa-nova de pensamentos com detalhes de ouro e prata. Estou falando de transmitir, passar adiante mensagens que talvez console ou alguém entenda que você, mesmo sendo um desconhecido está o entendendo. Em resumo, assim é a vida: cheia de altos e baixo, com erros ortográficos ou gramaticais postos em ordens fatais, o negócio é dizer a nós mesmos todos os dias que somos capazes de amar, apaixonar, fazer alguém feliz seja um animalzinho, uma criança que vc olha na rua, idosos que precisam apenas de um abraço apertado, escrevendo aqui meros trocadilhos de pensamentos...sei lá...tudo em nossa vida tem algum motivo para nos deixar aliviados, felizes....é tentar sorrir mais...é fácil praticar??? Claro que não, mas vale apena tentar, não é? E, para isso acontecer precisamos contar com aqueles que Deus nos coloca em nosso caminho como, eu e você.
Termino o texto ao som de The Call.
08/04/2010
“O tempo ensina que o futuro depende cada vez mais dos bons pensamentos. Acreditar, faz toda a diferença. Os sentidos mudam, as coisas mudam. O tempo não para, o coração é o mesmo. Mudei e continuo igual.Contradição? talvez...” (L. Serrão - Jornalista)
quinta-feira, 25 de março de 2010
25/03/2010
Já tem uns dias que não escrevo, não porque não queira. Mas, a falta de espaço do tempo que é permito. Está semana tem sendo especial, não sei dizer ao certo, mas o que posso dizer em uma breve citação do cantor e compositor, Geral Vandré, na letra musical: Pra dizer que não falei de flores – “Quem sabe faz a hora e, não espera acontecer (...)”. Fica então a reflexão, porque faz-se a hora? Ou não espera acontecer? Talvez consiga responder por meio de uma das mensagens que, tive com uma velha amiga. Assim compartilho:
- Às vezes Rai, a gente deixa passar certas coisas na vida, inclusive as pessoas, normalmente confidenciamos sentimentos para pessoas que parecem mais conosco e, muitas das vezes nem ligamos para aquele individuo que está sempre ao lado, quieto e sorrindo. Também tenho pensado nisso, do quanto às vezes os de dentro de casa precisam de um abraço, um ouvir sorrindo e um querer de uma palavra sincera. Tenho aprendido muito sozinha por esses meses, andei pensando, refletindo e consertando, dando um passo curto, mas aí estou. Sempre avante! Como diz alguns super-heróis, tentando acertar, claro, muitas vezes deixo passar despercebido o erro. Mas, espero chegar um momento de declarar com a mesma sensibilidade q você demonstrou a mim agora pouco: - saiba q gosto muito de você. Obrigada mesmo pelo carinho, você também é importante e sentir saudade de você. Na realidade, ando sentindo saudades de muitas pessoas esses meses. Será q vou morrer? Ehehehehheh. Não hoje, essa é a minha resposta.
Finalmente, neste inverno mais que caloroso manaurá, digo e afirmo a todos que venhamos a demonstrar mais amor, perdoar e se perdoar por falhas quase indeterminadas, a vida é feita de pontos seguidos e não pontos finais. Concluo essa mensagem com uma das músicas que captei por aí nos downloads: The Moldy Peaches - Anyone Else But You.
Ps: Aproveito o momento para parabenizar Débora Mesquita, uma jovem muito alegre!!! Eheheheh...gente boa e Karina, minha velha e companheira assistente do Ação Brasil. Que o senhor Deus continue conduzindo a vidas de vcs senhoritas! Enchendo-as do Espírito Santo de Deus!
18/03/2010
Depois de um dia sem internet e o meu laptop está dando probleminhas técnicos, por fim, atrasado alguns trabalhos de expediente, és-me aqui de volta sob o tema: Esperança, o crer do por vir. Esse tema fez-me pensar sobre algumas coisas da vida, estava relendo os dois textos anteriores deste site e, sentir que estava mesmo muito preocupada e estressada, mas agora está tranqüilo, menos chateada. Sabe amigos, mesmo que às vezes tudo pareça ser complicado, difícil de enfrentar, sei que Deus é o Deus de todas as coisas. Se até hoje estou conseguindo encarar os grandes gigantes, é por que Ele está sempre aqui ao meu lado, tudo o que faço, tudo que penso, tudo o que ouço, é para adoração de um Deus vivo e fiel, acredito que poucos possam entender o que já entendo e preciso ainda continuar buscando entender a verdadeira presença do Espírito Santo, o intercessor que conduz a cruz, levando arrependimento o pecador até aos pés da cruz. Ser cristão não é nada fácil senhores, expor-se de maneira absoluta na frente de todos, até daqueles que dizem-se “crentes” fazendo pose, ser cristão é morrer todos dos dias para suas vontades e deixar que as coisas benignas de Deus viva em nós, ser cristão é fazer escolhas diárias e, nessa vida só existe dois caminhos: o estreito e a larga, qual escolher? Enfim, são situações particulares que fica entre só Deus e nós. Nobres companheiros virtuais, aqui termino com a banda 3 Door Down, em particular vale apena ouvir. Ah!!! Não posso esquecer-me de desejar parabéns e toda a sorte de benção para minha amada mãezinha, completando mais um inverno caloroso: - Feliz aniversário D. Sandra e a todos os aniversariantes de março!.
15/03/2010
Uma nova ordem de vida? Resposta: Um progresso diário. Acordei pensando nisso, talvez pelo sonho que tive ou apenas o que ando exageradamente sentindo: cansaço, não físico mais intelectual. Ando mesmo como diz o povo: “de saco cheio”, de tanta besteira que vejo na mídia, como o tal do caso Wallace, pela injustiça feita contra os animais de rua ou a desonestidade das forças armadas nos concursos...em poucas palavras está segunda sinto-me estressada psicologicamente, precisando urgente de verdadeiras férias fora dessa cidade quente. No momento termino essa passagem ao som de uma das minhas bandas favoritas: Hillsong United.
14/03/2010
Compartilho uma parte de um texto, feito por um dos escritores favoritos que tenho estima literária:
“Por acaso, surpreendo-me no espelho: quem é esse, que me olha e é tão mais velho do que eu? Porém, seu rosto...é cada vez menos estranho... (O velho do espelho – Mario Quintana)
terça-feira, 9 de março de 2010
O QUE NÃO SINTO

Por Pricila De Assis
02h56 pm
Fez-se um dia mais apenas um dia. Caminhava entre as pontes da solidez do coração solitário, observando desatento o passo curto de outros. Logo, vi-me em fuga do desespero que até então aquele pequeno instante há tempos não voltará sentir, uma ausência abateu-se mais uma vez presente, sem saber onde terminará está tal solidão que com longo da vida, tornou-se minha companhia, minha amiga.
Foi então que percebi, mesmo que venhamos a correr contra todo o tempo do mundo, no fundo tudo conspira para relembrar do que fato é, seja o que for: mais é. Somando em múltiplos querer, desejos invasivos, tomando o sono.
Nesta hora é tarde da madrugada e, por muitas horas fugir do principio, não tentando lembrar ou recordar de velhos rostos, sabendo que mais uma vez não saberia dizer, o que todo mundo precisa dizer ao menos uma vez na vida: Eu te amo.
Tudo que preciso nesse pequeno espaço de vida, entre as duvidas do dia a dia, ou simplesmente o calor da cidade mais quente do país, é sentir não mais o que não sinto, porque não tem tempo ou silêncio que descreva o que é: saudade.
** Texto dedicado a uma pessoa que foi muito importante durante quatro anos da minha vida. Sinto muita saudade. Amo vc.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
PETALOUDA

Por Pricila de Assis
Como expressar um sentimento quase consumidor?
Dizer palavras amáveis ao amigo, apenas para disfarçar o que de fato sente?
Quem realmente somos? Diante de tanta delicadeza, desejo e até mesmo fascínio constante?
Amar, sutileza que a vida nos proporciona a cada aurora da vida.
Escrever, companheira de todas as horas para desabafar o que guarda no coração amigo.
Dizer, saber como expressar sem assustar?
- Sinceramente, não sei.
Caminho entre as linhas deste pensamento, em cada linha encontra-se um sentimento sincero, tentando levá-los como a leveza das borboletas, com poucas discrições do que fato é, deste tal sentimento consumidor.
Deixo a palavra: amigo, voar entre linhas do meu pensamento, como as borboletas com sua sensibilidade, simpatia, cooperação, diplomacia e receptividade. Pelo ar ver-se a formosa espécie, única, gentil que só ela pode-se assistir em sua trajetória contemporânea.
Toda essa história faz-me recordar de um velho amor amanhecido, ousadamente dito com perfume de rosas vermelhas, como escarlates.
Não é mesmo fácil apaixonar-se pelas borboletas, por que elas pousam em você quando se menos espera, e, levantam vôo quando menos se quer que ela vá.
Mas, nesta trajetória ela nos ensina a ter paciência e, por que não aplicar o mesmo a nosso coração?
Uma das citações que há tempos ouvir de alguém, frase pertencente à escritora brasileira, Cecília Meirelles, explanando e, arrisco em dizer que até responde essa pergunta, dizendo: “Faze-te sem limites no tempo”.
Então, acredito, nós seres humanos tentamos limitar nossos sonhos, projeções, sabendo que nada somos donos, é daí que fica uma pergunta curta e simples: Para quê limitar-se?
Apenas vivemos e com isso aprendemos que somos tão livres, quanto às borboletas com suas mirificas cores unânimes.
Assim, é o amor, mesmo ainda sendo consumidor, fazendo de reis a servos, do humano ao espírito da simplicidade, em poucas linhas digo-vos, não existe explanação melhor a expressar em palavras, o que é sentir as borboletas sendo o nosso polinizador, em nossa alma.
*Texto dedicado a DCM,no dia 04 de novembro de 2009.
Dialeto

Por Pricila de Assis
Madrugada, Mala, Mtv, Medo.Tudo isso envolvidos numa só conversa,
uma conversa que dura quase todas as noites.
Confissões, confusões, conflitos. Em duas vidas totalmente diferentes,
carregando consigo tantas histórias e experiências inacreditavéis, porém
existindo tantas coisas em comum.
Amor, sexo, drogas e rock and roll. Satisfações coesas,diferentes, mas interessantes de se fazê-lo.
Você já imaginou como seria a continuidade da vida, ou, a solidão das
noites frias de setembro, se não fossem os meios de comunicação, como o
telefone?.
A comunicação é uma essência para o mundo do ser humano continuar vivendo, principalmente quando se tem um amigo no outro lado da linha do telefone, disposto até aguentar melancolias voltadas para o monológo, apesar do cansaço físico do outro ouvinte depois de um dia exaustivo.
Contudo, no decorrer do dialago começa a tornar-se prazeroso e o anseio de
cada vez mais continuar a confabular.
O sono incasavel, som dos cães, movimento dos automovéis e a paciência do
fiel amigo que, por muitas vezes abdica-se dos seus afazeres pessoais, para
estar singelamente a disposição daquele que faz a diferença no seu ciclo de
vida.
Logo ainda nessa extensa madrugada, vêm ás três da manhã e com ele mais um
fim daquele feliz momento, em que ambas partes das linhas telefônicas
trocaram informações inteligêntes e exóticas, restando o vêr do novo
amanhecer e ansiedade de que, haja novamente nesse novo dia o mesmo roteiro,
da noite anterior, no qual faz-se um grande sentido na vida humana: a
sinCeRa AmiZaDe!.
*Texto do dia 21 de setembro de 2005.
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Como se diz Eu te amo?

Por Welton Noleto
26 de Junho 2008
O amor é o invisível vapor da essência das flores, carregado pelo vento que sopra em silencio o orvalho do amanhecer da vida.
Gotas que regam os campos nos quais os amantes deitam-se para sentir a luz da lua, enquanto ouvem o arrebentar da grama que os abraça em crescimento continuo.
Amor!
Ensurdecedor mundo, do verdadeiro amor mudo.
Vivendo o desconhecido

Certo dia ao andar em uma longa estrada dos meus pensamentos, que até então era desconhecida dentro do meu universo, ousadamente abrir os olhos e vi algo que nunca pensei em ver, sentir algo que nunca pensei em sentir, foi quando percebi que desejei viver como nunca antes pensei em viver.
Dentro dos acasos da vida encontramos novidades e nos damos a oportunidade de escrever mais uma linha para a história da vida.
Agora, estou aqui declamando meu passo tímido, simplesmente sem querer me pego aqui entre as aspas, pensando em você, no seu sorriso quase tímido, com um olhar castanho, cheio de coisas para mostra-me nessa nova vida.
Quem será você?
Por que agora me conta os grãos? que os navios costumam levar para longe
Diga-me como viver? agora que faz parte, de uma parte que até então pensei que, não era embutido na minha percepção de vida.
Amo-te? ainda não sei, mas a certeza do por vir irá dizer a nós o que é fato, o que somos nessa terra do nunca, talvez por que não somos dessa terra, desse mundo, criamos a nossa própria hora.
Ao andar no desconhecido do meu pensamento, encontrei sem querer aquilo que pensei em ter perdido, na certeza por um minuto, lembrei apenas do esquecer, não recordava a onde tinha colocado o sonho, pois deste sonho tão sonho, era a voz do meu coração que não mais escutava.
Quem é você nessas canções? de um pobre aprendiz, amador, apaixonado pelo o amor
Peço-te que me ensines sobre as belas estranhas linhas dos sete mil amores, que está guardado entre nós.
Aqui fico entre as aspas, linhas dos pensamentos mais sinceros, textos até mal recitados, amores que tentam morrer de ciúmes, enlouquecidos da obediência, estarei aqui ainda ouvindo aquela canção de quinta-feira levado a bossa-nova, que mal sabia você o quanto deixou minha alma tão feliz.
Vou caminhando nessa longa estrada do meu desconhecido, recordando das suas belas frases, do seu rosto tão conhecido dentro das minhas verdades.
É você que veio desvendar, melhor, és você que veio me acompanhar nessa roda vida, fazendo-me conhecer melhor o que já era conhecido no tempo, na volta do meu coração, do meu e seu desconhecido.
Este texto é dedico a alguém muito especial, Ton...Adoro vc meu amor!
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Pontos entre linhas

Quais têm sido seus desejos?
Será que podemos causar impactos nos outros, causando mudanças e fazendo mesmo a tal diferença?!
Tentamos todo dia nos encontrar e buscar o melhor, correndo atrás de dias melhores.
A vida é fascinante, luminosa, abençoada.
Quais têm sido as escolhas?
Talvez existam dias que conseguimos fazer as melhores e possíveis escolhas, tanto quanto vivemos a retornar pelas mesmas opções de viver verdades com outras características menos intolerantes.
As sementes estão plantadas, amanhã quem sabe consigamos colhe-las sem danos.
Quem tem sido recebido ou excluído sem depender do nada?
Acordamos todos os dias preocupados com as contas, filhos, relacionamentos e entre outros fatores contribuintes para a vida social, mas por inúmeras vezes deixamos de olhar aquilo que realmente é importante, nossa existência.
São muitas perguntas, as repostas estão sempre com um passo à frente dos nossos olhos. Escolhas, desejos, dependências ou pendências, quem ou não aceitar em nossa vida para nos fazer feliz. Mas, a real verdade encontra-se em nós mesmos, não precisamos de ninguém para nos fazer sentir melhor, para alguns até pior.
A vida em si é uma dádiva quem cada um pode enfrentar sem medo e com soberano fanatismo da dúvida constante do ego.
O mundo se move sozinho, vale até ariscar que o seu vapor é a energia que cada um possuí dentro do espírito quase inabalável.
Sejamos mais vislumbres, menos dramáticos, mesmo que se perda por um momento, expulsemos tudo aquilo que escondemos e coloquemos mais uma vez os pontos em seus devidos lugares.
Movimento das coisas da vida

Poderia mover o mundo com palavras bonitas, simplesmente para buscar o que deixei algum tempo atrás a sombra da censura magnetizada da complexidade textual.
Às vezes caminhando e sempre acompanhada de canções melo dramatizadas, penso nos versos entre linhas que fiz para disfarçar o velho carinho sincero, diga-se de passagem que ainda se encontra vivo.
Quem disse que viver é fácil, talvez o complique pelas aventuras, mas de qualquer forma voltei para aquele antigo cantinho do meu universo, que no agora é tão grande e vazio.
Todo o dia preciso escrever e reescrever situações, vidas, fatos, egocentrismo mero barateados. Quem sabe um dia consiga escreva algo menos complicado.
Na verdade estou a viver com certo medo do futuro, medo de perder-me na minha própria verdade, olhando aquele velho retrato retrô.
Para que isso não aconteça, explico-me a insensível verdade dos anos que passam em torno de novas adaptações, justamente por que a roda-viva é assim, simplesmente o mundo e meu universo precisam continuar a mover.
Sabe de uma coisa tenho certeza que a única coisa que será eternizada além daquele sorriso luminoso daqueles vinte e dois anos que me fez amar, com toda a verdade será estes meros trechos confabulados que mais sentirei prazer de lembrar, quem sabe em uma outra vida.
quarta-feira, 21 de maio de 2008
STORGE Di Paola

Como é bom amar alguém que nos faz sentir muito especial e único, fazendo viver o presente para lembrar tudo depois.
Às vezes bate saudade de dar aquelas risadas fora de hora, entre volta e meias pergunto-me será mesmo que fiz um boa escolha? Em trocar o certo pelo duvidoso? Outras vezes surgem as famosas perguntas clichês: Será que está bem? O que deve está a fazer agora? Embora tantas perguntas ainda sem repostas mútuas, por ora fico aqui, quietinha entre alguns sites de informação, jornais com suas noticias trágicas e extremamente contempladas de alertas reflexivas, pontualmente e diariamente realizando “ossos do oficio” ao lado de colegas bem perto do pé da orelha falando de futebol, tecnologia a base de suas canções repetidas, de paixões quase mal resolvidas e a timidez de certos companheiros diante de tanta falta de inibição e, meu coração na esperança após um longo dia de trabalho encontrar-te casualmente em algum lugar que só eu e você sabemos onde se deu inicio a aliança fraterna, simplesmente para dizer-te que ainda lembro de você e, o quanto você marca minha vida com sua presença inesquecível, deixando-me sem querer e sem saber, o sentimento de que algo está faltando, é então que percebo que sinto saudades da sua famosa risada escandalosa e aquele abraço apertado surpresa, cheio de carinho e sinceridade, fazendo-me crer que fatalmente a sociedade quase comum, nela não encontramos mais com tanta cumplicidade e espontaneidade.
Como é bom se apaixonar de verdade por outro ser humano, cheio de vida, dizendo sempre que não é flor que se cheire, dizendo-se que é o anjo de alguém mesmo retardado com tanta loucura cotidiana, mesmo publicando a todos por aí que sou como menino e cachorro, não se podem dar confiança, talvez seja por que as explosões de sentimentos não se contem dentro de mim, diante de tanta autenticidade.
Sim, você é alguém muito especial que faz-me sentir especial e única, mediante um valor tão raro como amor divinamente grega da amizade, amor Storge, mas na realidade esse amor leva um outro nome, tão pequeno e nobre, seu nome é Carla.
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Nada de mais e nada de menos

Muitos querem me dizer o que fazer, e eu sei bem o que fazer, sei escrever, sei ler, sei ouvir e sei muito bem fazer criação original com textos, mas que textos?
Sei lá, vem cá, sai para lá, putis! vamos embora por que já está na minha hora.
Vivo partindo mundo, vivendo mundos, até fugindo dos mundos que tentam criar, ou apenas tentaram criar nessa vidinha adormecida calmamente de loucuras temporárias, percebo que não é assim, fazer o que senhores?
Muitos me disseram jamais esqueça de ser feliz, mas será que existe mesmo felicidade?
Leio todo o dia no café da manhã noticias escritas e pensadas factualmente por outros comunicólogos de plantão, vejo que o mundo ta louco de vez,só falta criar um filme real que descreva com precisão a volta do extermino em pleno século 21.
Não sei, nem quero saber, não desejo, fica aí quieto que depois eu volto para tomar mais uma breja com vocês, volto mesmo?? Volto nada! Prefiro ficar ali, pensando, ficar aqui acordada para um plantão noturno e quem sabe no amanhã resolva ir até você te dar mais um abraço apertado?
Muitos,muitos, muitos, oh! Vida cheia de muitos disso e daquilo, eu só quero estar aqui nesse cantinho de viveiro, não de galinheiro, mas de desabafos emocionados e rimas maus escrita de uma jovem jornalista que se deixa observar nada de mais e nada de menos cada ação do novo, do presente e do futuro.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Assim como as canções

Já não sei dizer se hoje que sinto é o mesmo de tanto tempo atrás, mas de uma coisa tenho certeza, que ainda tenho o mesmo e velho amor amanhecido, como as rosas do campo quando vêem a aurora chegar para mais um dia de raiares fulminantes de perfume.
Sei, parece miragem ou insanidade, para alguns a certeza que o hoje ainda se há esperança de amar de novo, para outros a certeza que se deixou passar a sorte e para alguns como eu, que tenho a resposta de um amor constante.
Tentei traduzir palavras difíceis de interpretar, busquei compreender certos atos como a sociedade envaidecida, bebida ou mesmo enlouquecida calmamente de seus próprios desejos ocultos e hipócritas. Mesmo tentando traduzir e compreender cada coisa, ainda não conseguir me encontrar nessa terra que chamo de ninguém.
Vivo esse imensurável tempo que às vezes me chega a pensar que tenho sorte de ter pessoas especiais, que me fazem sentir muitas vezes única diante de tanta gentileza. Sim, o tempo passa e a cada dia como diria uma velha canção que, “envelhecemos há dez semanas”.
Hoje possuo meus vinte e poucos anos, posso lhes confessar que até agora tive apenas dois amores, o que ambos os amores me fizeram sentir por pequenas frações de segundos imaginários, importante em suas vidas, que me perdoem a franqueza, se portando de egocentrismo, mantendo um poço de magnitude, quase que intocáveis. É esse motivo que leva-me escrever para passar o tempo e a solidão da minha alma nessa madrugada quente de abril. Parece deprimente? Me digas quem não é deprimente numa sociedade que chamo de alternativa?
Tenho muitas duvidas, mas ainda tenho respostas que às vezes se encontram incompletas ou simplesmente se perderam no caminho, na linha de raciocino, tentando simplificar em poucos trechos a famosa bagagem de perguntas e umas dessas perguntas um dia hei de perguntar ao meu velho amor.
Mesmo se passando tanto tempo, me vejo numa posição satisfatória, me sinto a vontade em ser apenas um bom amigo, pois ao lado de um amor fraterno consigo soltar risadas gostosas, gerada pela explosão de afeto, me sinto a vontade de dizer que é com você que desejo permanecer fiel, ouvindo suas duvidas, assistindo o meu e o seu progresso, velando muitas vezes em silencio o seu sono, sabe de uma coisa? Sinceramente, é com você que quero dividir meus troféus e, se um dia perceberes como ainda meu velho amor estar tão jovem como nunca, gostaria de criar ao seu lado um filho que se chamasse João Vinicius e se você não quisesse um filho, por que não criarmos um filhote de labrador, chamado Yello?
Procuro o arranjo musical mais perfeito e criativo, casando-se dentro de uma única sintonia como as alegres folhas secas de outubro, somente para dizer-lhe com simplicidade: Quer casar comigo?. Sei bem que a resposta não vem agora, mas mesmo que nunca chegue essa reposta, só a nossa velha amizade nos basta, pois da amizade nasce o amor sincero, como as canções que nascem no mês de novembro para dar um sentido especial em nossa vida, por mais que o tempo passe, o que sinto será assim como as canções, eternizadas na memória da vida de quem um dia amou.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
Palavras sinceras de um verdadeiro observador e mestre

Gostaria de dizer que muito aprendi com vocês e é por isso que gosto da profissão que abracei. E neste período aprendi e conheci com a dedicação de Abisaí e a timidez do Alexandre, e apesar de não ouvir a voz da Alyne que sempre no canto observava, ouvi um pouco mais a de Ana Micherle, mas em compensação a Ana Carla fala mais. Do outro lado da sala sempre presente Anneliese e no outro extremo Antonia Eliziane que se mostrou não gostar do seu nome e que é lutadora como Ariane, que viajamos e suscitamos no Arthur a saudade de seus tempos de colégio, amáveis tempos que Barbara pode nos dizer pois ela aguarda o tempo de gerar uma nova vida. Nossas aulas se tornavam radiantes com a beleza de Caroline e Clayton, e não seria nada sem a constante presença de Daniel e a criatividade de Daniela, e o exemplo de operária de Darliane.
Vimos que não podemos nos deixar abater não é Elane? Que devemos ter alto-astral como Emyle, e responsáveis como Francis e simpáticos como Frank, mas não podemos fugir como Harley, mas lutarmos como Hugo, e lermos muito como Isaac e críticos como Ivan, e grande como Jaqueline Farah e dedicada como Jacqueline pequena, e Altivas como Joelma. Em outros momentos nossas aulas foram calmas como Josimiramis e outras animadas como Juliano e Julieta. Mas acreditem todos estivemos elegantes como Karla Etelvina, ou Kassiane, ou Luana a representante das fashions. Mas sempre exigentes como Laila ou Liliane, mas carinhosos como Márcia, e aprendemos que em questão de luta Maria Francineth nos dá exemplo de que precisamos assumir nossos ideais, levantar bandeira como Marli Amazonas que é tão grande como Natália que cria, constrói, e libertária como Pricila, e audaz como Raquel, e sempre feliz como Regina, e falante como Renata e em outros momentos introspectivos como Renny ou poderosos como os mosqueteiros Ricardo, Roberto e Rudson. Outras vezes éramos surpreendidos com a chegada de Socorro que sorrateiramente adentrava a sala. Minha preocupação com a didática é constante, pois quero ensinar a Suelen que como Tayana reviveram os anos de Estadual, enebriados com a singeleza de Thiago e o sex appeal de Tony e algumas vezes lá pelas 20:00 horas éramos de súbito arrebatados pelo gosto de Valdete, mas com certeza todos alcançaremos a luz como Vanessa e o sucesso como Vanessa Pimentel, e estaremos na mídia como Zena.
Não esquecemos de Maura que insistente mesmo inexistente está até o fim e Roberto que sempre nos acompanha. Assim quero insistentemente acompanhá-los em sua jornada.
Não importa se viemos de Iranduba, de Pernambuco, de Óbidos, ou Santarém, ou Juruti, ou Brasília, o que importa é que hoje somos todos Amazônia.
Autor: Valber Barroso
