Produção de textos, publicação de artigos, poemas e textos de fraternos. Sejam todos bem-vindos!
terça-feira, 4 de maio de 2010
29/ 04/ 2010
Certas pessoas não tomam cuidado com que falam ou comporta-se...o que custa dizer: é isso! E ponto!....Criando expectativas frustrantes....estou farta de encontrar gente desse perfil: Pior de Hipócritas e Mentirosas, é OMISSAS!. Não que seja alguma santa! Cheia de graça, mas pelo menos costumo tomar cuidado para não fazer ninguém de palhaço. Vou usar o nariz de palhaço, o que acha?!. O meu coração está triste, decepcionado....não tenho porque ficar dedilhando emoções de uma outra hora que nunca existiu....bola para frente....As pessoas, só mostram aquilo o querem ser: Algumas almejadas, outras detestáveis...vai entender....Dessa vez e, mais uma vez canto aquilo que não existe: "Se o amor é fantasia, eu me encontro ultimamente em pleno carnaval..." (Vinicius de Moraes). Por fim, vivendo e aprendendo? Ou aprendendo e vivendo? Tanto faz, ambos nos ajudam a crescer. Não é verdade?!.
25/04/2010
Dizer: Eu te amo, é tão vulnerável que até dar-se medo em passar adiante essas três pequeninas palavras que, dentro de uma extremidade surreal é capaz de abrir muitos olhos dentro de nós, olhos de outros poderes inimagináveis.
Existe uma canção que adoro, vale ressaltar que, se um dia tiver uma filha vou colocar o nome dela de Luiza, em homenagem a Vinicius de Moraes que tem a canção com essa frase: “Os sete mil amores, que eu guardei só para te dar...” (Luiza-Chico Buarque de Holanda). Estou um pouco confusa, ou será meu coração que “anda” em busca de dizer mais uma vez: Amo-te mil vezes?!. Exagero? Acho que não, quando sentimos algo tudo é muito exagerado: risadas borbulhantes de felicidade ou levei um tiro de canhão no coração, até para alguns faz perder o sono. Estranho? Não sei, amei uma vez, apenas uma vez tenho certeza que amei nessa vida, mas ainda continuo apaixonando-me todos os dias pela liberdade que é constituída a mim. Até um momento estava batendo um papo legal no MSN sobre este assunto com uma dileta e, em umas das filosofias que adotamos foi: o amor te faz perder parte do senso de direção, depois que percebemos, as coisas mudam. É quando aí tentamos reencontrar aquele velho caminho do inicio, dirigindo-se com tudo para recuperar-se, é então, quando definitivamente aceitamos que não tem como voltar, porque já foi vivido, ao menos uma vez já foi vivido. Em outras palavras, pelo motivo de já ter amado uma vez, não importa quanto tempo tenha isso, mas a certeza é que amou e muito! E, o que dói é que mesmo que esforce-se, não tem como voltar para o principio da velha história e amar se amarrar tudo de novo, simplesmente porque já viveu esse amor e, ainda o viverá de certo modo, pois é único. Vale lembrar, mesmo que não seja aparentemente o momento, não podemos deixar de abraçar aquele (a) que está diante de você como ser humano pedindo para entrar na vida e dizer: Posso amar-te? pedindo licença sutilmente para fazer feliz, mesmo que por milésimo de instante. Finalmente, sempre vamos amar loucamente e não sermos tão amados com mesmo “grau e número”. Por diversas vezes sentiremos medo e dúvidas, mas se sempre ficarmos “abitolados” com isso, jamais poderemos reconstruir o que um dia foi perdido, não é verdade? Pense nisso.
22/ 04/2010
As dúvidas rolam sem parar, o coração quase não descansa, sofro? Vc sofre? É provável.
Tudo começou quase sem querer, apostando que nada seria tão diferente de outras tantas vezes. Aqui estou.
Quem é você? Faz-me escrever, impulsiona-me ir adiante e distante.
Quero poder dizer: Estou bem para prosseguir, mas ainda não posso porque não quero machucar ninguém, pois já fui ferida uma vez.
Mas, vem por hora alguém e diz: Não desliga, não quero dizer tchau, não agora, ouça a canção do que sinto. Se mesmo assim precisa dizer até qualquer dia, então, tudo bem, vai em paz.
Sendo tão de repente, aqui estou.
Por favor, não vai agora, fica um pouco mais.
Até as canções de Regina Spektor não saem mais da mente, que viagem?! Mas, afirmo: tudo tranqüilo.
Hey, presta atenção, estou aqui: apenas pensando, pensando adivinha em quem?
Apenas quero ver seu sorriso, o qual já disse uma vez: Você tem um belo sorriso. Mesmo sabendo que não serei eu, correspondia a tal altura, sabe de uma coisa? Arrisco-me, quer mais? Apenas Vivo! E, deixe-me viver, pode ser? Cedo de mais? O que não é cedo demais para quem um dia já foi tarde demais?
Por gentileza, não faça-me deixar de escrever mais uma vez ou de dedilhar canções de sentimentos mais que sinceros, palavras ou sentimentos mais que repetidos? Apenas Peço: Tente, tente e tente, mais uma vez entregar-se, por que um dia estive assim como você, hoje, estou aqui entregando-me, mesmo sendo tão arriscado.
Então, no finito do céu azul cante comigo: All you nedd is Love, porque com ele, penso em ti.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
17/04/2010
Esses dias tenho andado ociosa com algumas coisas, inventando todos os dias a tal de “nove horas” - parece engraçado não? Mas, fazer o quê? Estou estudando direto para alguns concursos e, vez e outra pego no livro de espanhol para fazer trocadilhos lingüísticos, fazendo desse momento de tempo vazio em algo produtivo. Voltei a malhar, novamente cortei o cabelo curto, a usar óculos parafusados, porque minha vista andava muito estressada! Ahahhahaha...brincadeira. Retornei a ler uns livros aí que ainda não tinha terminado de ler, como: Nem uma hora? (Pastor Larry Lea) e Entre Linhas (Jornalista Neuton Corrêa). Entre tantas outras reviravoltas, passei a ouvir por influencia positiva de algumas amizades, compositores da Rússia e os iluminados da terra da luz, França, cito e indico o nome desses nobres músicos para ouvi-los: Carla Bruni (sugestão de Lucy Garcia), Regina Spektor (Sissy Sampaio) e Jacques Brel (A caso de pesquisas). Enfim, embora com algumas novidades de vida – Era bom se todos nós sempre mesmo caminhando ao som do desconhecido, de faces e fases até estranha, pudéssemos sempre dizer com muito entusiasmo: Vivo em novidade de Vida, VIVO! Ou os VIVO. Bom, sei de algo, todo o dia mesmo que difícil, precisamos procurar em nós, a inspiração de qualquer coisa que mesmo por aquele milésimo de segundos o deixa feliz, isso dar impulso para prosseguir nessa terra de ninguém – linguagem de uma das minhas bandas favoritas, Engenheiros do Hawai. Procurar inspirar-se é dizer a si que podemos, conquistaremos os alvos que para alguns é a eterna salvação em Cristo, para outros apenas um momento de êxtase e para mim, o importante é algo que escrevi a uma nova amizade, assim o compartilho:
- A inspiração bate ao som de uma velha bossa-nova de pensamentos com detalhes de ouro e prata. Estou falando de transmitir, passar adiante mensagens que talvez console ou alguém entenda que você, mesmo sendo um desconhecido está o entendendo. Em resumo, assim é a vida: cheia de altos e baixo, com erros ortográficos ou gramaticais postos em ordens fatais, o negócio é dizer a nós mesmos todos os dias que somos capazes de amar, apaixonar, fazer alguém feliz seja um animalzinho, uma criança que vc olha na rua, idosos que precisam apenas de um abraço apertado, escrevendo aqui meros trocadilhos de pensamentos...sei lá...tudo em nossa vida tem algum motivo para nos deixar aliviados, felizes....é tentar sorrir mais...é fácil praticar??? Claro que não, mas vale apena tentar, não é? E, para isso acontecer precisamos contar com aqueles que Deus nos coloca em nosso caminho como, eu e você.
Termino o texto ao som de The Call.
08/04/2010
“O tempo ensina que o futuro depende cada vez mais dos bons pensamentos. Acreditar, faz toda a diferença. Os sentidos mudam, as coisas mudam. O tempo não para, o coração é o mesmo. Mudei e continuo igual.Contradição? talvez...” (L. Serrão - Jornalista)
quinta-feira, 25 de março de 2010
25/03/2010
Já tem uns dias que não escrevo, não porque não queira. Mas, a falta de espaço do tempo que é permito. Está semana tem sendo especial, não sei dizer ao certo, mas o que posso dizer em uma breve citação do cantor e compositor, Geral Vandré, na letra musical: Pra dizer que não falei de flores – “Quem sabe faz a hora e, não espera acontecer (...)”. Fica então a reflexão, porque faz-se a hora? Ou não espera acontecer? Talvez consiga responder por meio de uma das mensagens que, tive com uma velha amiga. Assim compartilho:
- Às vezes Rai, a gente deixa passar certas coisas na vida, inclusive as pessoas, normalmente confidenciamos sentimentos para pessoas que parecem mais conosco e, muitas das vezes nem ligamos para aquele individuo que está sempre ao lado, quieto e sorrindo. Também tenho pensado nisso, do quanto às vezes os de dentro de casa precisam de um abraço, um ouvir sorrindo e um querer de uma palavra sincera. Tenho aprendido muito sozinha por esses meses, andei pensando, refletindo e consertando, dando um passo curto, mas aí estou. Sempre avante! Como diz alguns super-heróis, tentando acertar, claro, muitas vezes deixo passar despercebido o erro. Mas, espero chegar um momento de declarar com a mesma sensibilidade q você demonstrou a mim agora pouco: - saiba q gosto muito de você. Obrigada mesmo pelo carinho, você também é importante e sentir saudade de você. Na realidade, ando sentindo saudades de muitas pessoas esses meses. Será q vou morrer? Ehehehehheh. Não hoje, essa é a minha resposta.
Finalmente, neste inverno mais que caloroso manaurá, digo e afirmo a todos que venhamos a demonstrar mais amor, perdoar e se perdoar por falhas quase indeterminadas, a vida é feita de pontos seguidos e não pontos finais. Concluo essa mensagem com uma das músicas que captei por aí nos downloads: The Moldy Peaches - Anyone Else But You.
Ps: Aproveito o momento para parabenizar Débora Mesquita, uma jovem muito alegre!!! Eheheheh...gente boa e Karina, minha velha e companheira assistente do Ação Brasil. Que o senhor Deus continue conduzindo a vidas de vcs senhoritas! Enchendo-as do Espírito Santo de Deus!
18/03/2010
Depois de um dia sem internet e o meu laptop está dando probleminhas técnicos, por fim, atrasado alguns trabalhos de expediente, és-me aqui de volta sob o tema: Esperança, o crer do por vir. Esse tema fez-me pensar sobre algumas coisas da vida, estava relendo os dois textos anteriores deste site e, sentir que estava mesmo muito preocupada e estressada, mas agora está tranqüilo, menos chateada. Sabe amigos, mesmo que às vezes tudo pareça ser complicado, difícil de enfrentar, sei que Deus é o Deus de todas as coisas. Se até hoje estou conseguindo encarar os grandes gigantes, é por que Ele está sempre aqui ao meu lado, tudo o que faço, tudo que penso, tudo o que ouço, é para adoração de um Deus vivo e fiel, acredito que poucos possam entender o que já entendo e preciso ainda continuar buscando entender a verdadeira presença do Espírito Santo, o intercessor que conduz a cruz, levando arrependimento o pecador até aos pés da cruz. Ser cristão não é nada fácil senhores, expor-se de maneira absoluta na frente de todos, até daqueles que dizem-se “crentes” fazendo pose, ser cristão é morrer todos dos dias para suas vontades e deixar que as coisas benignas de Deus viva em nós, ser cristão é fazer escolhas diárias e, nessa vida só existe dois caminhos: o estreito e a larga, qual escolher? Enfim, são situações particulares que fica entre só Deus e nós. Nobres companheiros virtuais, aqui termino com a banda 3 Door Down, em particular vale apena ouvir. Ah!!! Não posso esquecer-me de desejar parabéns e toda a sorte de benção para minha amada mãezinha, completando mais um inverno caloroso: - Feliz aniversário D. Sandra e a todos os aniversariantes de março!.
15/03/2010
Uma nova ordem de vida? Resposta: Um progresso diário. Acordei pensando nisso, talvez pelo sonho que tive ou apenas o que ando exageradamente sentindo: cansaço, não físico mais intelectual. Ando mesmo como diz o povo: “de saco cheio”, de tanta besteira que vejo na mídia, como o tal do caso Wallace, pela injustiça feita contra os animais de rua ou a desonestidade das forças armadas nos concursos...em poucas palavras está segunda sinto-me estressada psicologicamente, precisando urgente de verdadeiras férias fora dessa cidade quente. No momento termino essa passagem ao som de uma das minhas bandas favoritas: Hillsong United.
14/03/2010
Compartilho uma parte de um texto, feito por um dos escritores favoritos que tenho estima literária:
“Por acaso, surpreendo-me no espelho: quem é esse, que me olha e é tão mais velho do que eu? Porém, seu rosto...é cada vez menos estranho... (O velho do espelho – Mario Quintana)
terça-feira, 9 de março de 2010
O QUE NÃO SINTO

Por Pricila De Assis
02h56 pm
Fez-se um dia mais apenas um dia. Caminhava entre as pontes da solidez do coração solitário, observando desatento o passo curto de outros. Logo, vi-me em fuga do desespero que até então aquele pequeno instante há tempos não voltará sentir, uma ausência abateu-se mais uma vez presente, sem saber onde terminará está tal solidão que com longo da vida, tornou-se minha companhia, minha amiga.
Foi então que percebi, mesmo que venhamos a correr contra todo o tempo do mundo, no fundo tudo conspira para relembrar do que fato é, seja o que for: mais é. Somando em múltiplos querer, desejos invasivos, tomando o sono.
Nesta hora é tarde da madrugada e, por muitas horas fugir do principio, não tentando lembrar ou recordar de velhos rostos, sabendo que mais uma vez não saberia dizer, o que todo mundo precisa dizer ao menos uma vez na vida: Eu te amo.
Tudo que preciso nesse pequeno espaço de vida, entre as duvidas do dia a dia, ou simplesmente o calor da cidade mais quente do país, é sentir não mais o que não sinto, porque não tem tempo ou silêncio que descreva o que é: saudade.
** Texto dedicado a uma pessoa que foi muito importante durante quatro anos da minha vida. Sinto muita saudade. Amo vc.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
PETALOUDA

Por Pricila de Assis
Como expressar um sentimento quase consumidor?
Dizer palavras amáveis ao amigo, apenas para disfarçar o que de fato sente?
Quem realmente somos? Diante de tanta delicadeza, desejo e até mesmo fascínio constante?
Amar, sutileza que a vida nos proporciona a cada aurora da vida.
Escrever, companheira de todas as horas para desabafar o que guarda no coração amigo.
Dizer, saber como expressar sem assustar?
- Sinceramente, não sei.
Caminho entre as linhas deste pensamento, em cada linha encontra-se um sentimento sincero, tentando levá-los como a leveza das borboletas, com poucas discrições do que fato é, deste tal sentimento consumidor.
Deixo a palavra: amigo, voar entre linhas do meu pensamento, como as borboletas com sua sensibilidade, simpatia, cooperação, diplomacia e receptividade. Pelo ar ver-se a formosa espécie, única, gentil que só ela pode-se assistir em sua trajetória contemporânea.
Toda essa história faz-me recordar de um velho amor amanhecido, ousadamente dito com perfume de rosas vermelhas, como escarlates.
Não é mesmo fácil apaixonar-se pelas borboletas, por que elas pousam em você quando se menos espera, e, levantam vôo quando menos se quer que ela vá.
Mas, nesta trajetória ela nos ensina a ter paciência e, por que não aplicar o mesmo a nosso coração?
Uma das citações que há tempos ouvir de alguém, frase pertencente à escritora brasileira, Cecília Meirelles, explanando e, arrisco em dizer que até responde essa pergunta, dizendo: “Faze-te sem limites no tempo”.
Então, acredito, nós seres humanos tentamos limitar nossos sonhos, projeções, sabendo que nada somos donos, é daí que fica uma pergunta curta e simples: Para quê limitar-se?
Apenas vivemos e com isso aprendemos que somos tão livres, quanto às borboletas com suas mirificas cores unânimes.
Assim, é o amor, mesmo ainda sendo consumidor, fazendo de reis a servos, do humano ao espírito da simplicidade, em poucas linhas digo-vos, não existe explanação melhor a expressar em palavras, o que é sentir as borboletas sendo o nosso polinizador, em nossa alma.
*Texto dedicado a DCM,no dia 04 de novembro de 2009.
Dialeto

Por Pricila de Assis
Madrugada, Mala, Mtv, Medo.Tudo isso envolvidos numa só conversa,
uma conversa que dura quase todas as noites.
Confissões, confusões, conflitos. Em duas vidas totalmente diferentes,
carregando consigo tantas histórias e experiências inacreditavéis, porém
existindo tantas coisas em comum.
Amor, sexo, drogas e rock and roll. Satisfações coesas,diferentes, mas interessantes de se fazê-lo.
Você já imaginou como seria a continuidade da vida, ou, a solidão das
noites frias de setembro, se não fossem os meios de comunicação, como o
telefone?.
A comunicação é uma essência para o mundo do ser humano continuar vivendo, principalmente quando se tem um amigo no outro lado da linha do telefone, disposto até aguentar melancolias voltadas para o monológo, apesar do cansaço físico do outro ouvinte depois de um dia exaustivo.
Contudo, no decorrer do dialago começa a tornar-se prazeroso e o anseio de
cada vez mais continuar a confabular.
O sono incasavel, som dos cães, movimento dos automovéis e a paciência do
fiel amigo que, por muitas vezes abdica-se dos seus afazeres pessoais, para
estar singelamente a disposição daquele que faz a diferença no seu ciclo de
vida.
Logo ainda nessa extensa madrugada, vêm ás três da manhã e com ele mais um
fim daquele feliz momento, em que ambas partes das linhas telefônicas
trocaram informações inteligêntes e exóticas, restando o vêr do novo
amanhecer e ansiedade de que, haja novamente nesse novo dia o mesmo roteiro,
da noite anterior, no qual faz-se um grande sentido na vida humana: a
sinCeRa AmiZaDe!.
*Texto do dia 21 de setembro de 2005.
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Como se diz Eu te amo?

Por Welton Noleto
26 de Junho 2008
O amor é o invisível vapor da essência das flores, carregado pelo vento que sopra em silencio o orvalho do amanhecer da vida.
Gotas que regam os campos nos quais os amantes deitam-se para sentir a luz da lua, enquanto ouvem o arrebentar da grama que os abraça em crescimento continuo.
Amor!
Ensurdecedor mundo, do verdadeiro amor mudo.
Vivendo o desconhecido

Certo dia ao andar em uma longa estrada dos meus pensamentos, que até então era desconhecida dentro do meu universo, ousadamente abrir os olhos e vi algo que nunca pensei em ver, sentir algo que nunca pensei em sentir, foi quando percebi que desejei viver como nunca antes pensei em viver.
Dentro dos acasos da vida encontramos novidades e nos damos a oportunidade de escrever mais uma linha para a história da vida.
Agora, estou aqui declamando meu passo tímido, simplesmente sem querer me pego aqui entre as aspas, pensando em você, no seu sorriso quase tímido, com um olhar castanho, cheio de coisas para mostra-me nessa nova vida.
Quem será você?
Por que agora me conta os grãos? que os navios costumam levar para longe
Diga-me como viver? agora que faz parte, de uma parte que até então pensei que, não era embutido na minha percepção de vida.
Amo-te? ainda não sei, mas a certeza do por vir irá dizer a nós o que é fato, o que somos nessa terra do nunca, talvez por que não somos dessa terra, desse mundo, criamos a nossa própria hora.
Ao andar no desconhecido do meu pensamento, encontrei sem querer aquilo que pensei em ter perdido, na certeza por um minuto, lembrei apenas do esquecer, não recordava a onde tinha colocado o sonho, pois deste sonho tão sonho, era a voz do meu coração que não mais escutava.
Quem é você nessas canções? de um pobre aprendiz, amador, apaixonado pelo o amor
Peço-te que me ensines sobre as belas estranhas linhas dos sete mil amores, que está guardado entre nós.
Aqui fico entre as aspas, linhas dos pensamentos mais sinceros, textos até mal recitados, amores que tentam morrer de ciúmes, enlouquecidos da obediência, estarei aqui ainda ouvindo aquela canção de quinta-feira levado a bossa-nova, que mal sabia você o quanto deixou minha alma tão feliz.
Vou caminhando nessa longa estrada do meu desconhecido, recordando das suas belas frases, do seu rosto tão conhecido dentro das minhas verdades.
É você que veio desvendar, melhor, és você que veio me acompanhar nessa roda vida, fazendo-me conhecer melhor o que já era conhecido no tempo, na volta do meu coração, do meu e seu desconhecido.
Este texto é dedico a alguém muito especial, Ton...Adoro vc meu amor!
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Pontos entre linhas

Quais têm sido seus desejos?
Será que podemos causar impactos nos outros, causando mudanças e fazendo mesmo a tal diferença?!
Tentamos todo dia nos encontrar e buscar o melhor, correndo atrás de dias melhores.
A vida é fascinante, luminosa, abençoada.
Quais têm sido as escolhas?
Talvez existam dias que conseguimos fazer as melhores e possíveis escolhas, tanto quanto vivemos a retornar pelas mesmas opções de viver verdades com outras características menos intolerantes.
As sementes estão plantadas, amanhã quem sabe consigamos colhe-las sem danos.
Quem tem sido recebido ou excluído sem depender do nada?
Acordamos todos os dias preocupados com as contas, filhos, relacionamentos e entre outros fatores contribuintes para a vida social, mas por inúmeras vezes deixamos de olhar aquilo que realmente é importante, nossa existência.
São muitas perguntas, as repostas estão sempre com um passo à frente dos nossos olhos. Escolhas, desejos, dependências ou pendências, quem ou não aceitar em nossa vida para nos fazer feliz. Mas, a real verdade encontra-se em nós mesmos, não precisamos de ninguém para nos fazer sentir melhor, para alguns até pior.
A vida em si é uma dádiva quem cada um pode enfrentar sem medo e com soberano fanatismo da dúvida constante do ego.
O mundo se move sozinho, vale até ariscar que o seu vapor é a energia que cada um possuí dentro do espírito quase inabalável.
Sejamos mais vislumbres, menos dramáticos, mesmo que se perda por um momento, expulsemos tudo aquilo que escondemos e coloquemos mais uma vez os pontos em seus devidos lugares.
Movimento das coisas da vida

Poderia mover o mundo com palavras bonitas, simplesmente para buscar o que deixei algum tempo atrás a sombra da censura magnetizada da complexidade textual.
Às vezes caminhando e sempre acompanhada de canções melo dramatizadas, penso nos versos entre linhas que fiz para disfarçar o velho carinho sincero, diga-se de passagem que ainda se encontra vivo.
Quem disse que viver é fácil, talvez o complique pelas aventuras, mas de qualquer forma voltei para aquele antigo cantinho do meu universo, que no agora é tão grande e vazio.
Todo o dia preciso escrever e reescrever situações, vidas, fatos, egocentrismo mero barateados. Quem sabe um dia consiga escreva algo menos complicado.
Na verdade estou a viver com certo medo do futuro, medo de perder-me na minha própria verdade, olhando aquele velho retrato retrô.
Para que isso não aconteça, explico-me a insensível verdade dos anos que passam em torno de novas adaptações, justamente por que a roda-viva é assim, simplesmente o mundo e meu universo precisam continuar a mover.
Sabe de uma coisa tenho certeza que a única coisa que será eternizada além daquele sorriso luminoso daqueles vinte e dois anos que me fez amar, com toda a verdade será estes meros trechos confabulados que mais sentirei prazer de lembrar, quem sabe em uma outra vida.
quarta-feira, 21 de maio de 2008
STORGE Di Paola

Como é bom amar alguém que nos faz sentir muito especial e único, fazendo viver o presente para lembrar tudo depois.
Às vezes bate saudade de dar aquelas risadas fora de hora, entre volta e meias pergunto-me será mesmo que fiz um boa escolha? Em trocar o certo pelo duvidoso? Outras vezes surgem as famosas perguntas clichês: Será que está bem? O que deve está a fazer agora? Embora tantas perguntas ainda sem repostas mútuas, por ora fico aqui, quietinha entre alguns sites de informação, jornais com suas noticias trágicas e extremamente contempladas de alertas reflexivas, pontualmente e diariamente realizando “ossos do oficio” ao lado de colegas bem perto do pé da orelha falando de futebol, tecnologia a base de suas canções repetidas, de paixões quase mal resolvidas e a timidez de certos companheiros diante de tanta falta de inibição e, meu coração na esperança após um longo dia de trabalho encontrar-te casualmente em algum lugar que só eu e você sabemos onde se deu inicio a aliança fraterna, simplesmente para dizer-te que ainda lembro de você e, o quanto você marca minha vida com sua presença inesquecível, deixando-me sem querer e sem saber, o sentimento de que algo está faltando, é então que percebo que sinto saudades da sua famosa risada escandalosa e aquele abraço apertado surpresa, cheio de carinho e sinceridade, fazendo-me crer que fatalmente a sociedade quase comum, nela não encontramos mais com tanta cumplicidade e espontaneidade.
Como é bom se apaixonar de verdade por outro ser humano, cheio de vida, dizendo sempre que não é flor que se cheire, dizendo-se que é o anjo de alguém mesmo retardado com tanta loucura cotidiana, mesmo publicando a todos por aí que sou como menino e cachorro, não se podem dar confiança, talvez seja por que as explosões de sentimentos não se contem dentro de mim, diante de tanta autenticidade.
Sim, você é alguém muito especial que faz-me sentir especial e única, mediante um valor tão raro como amor divinamente grega da amizade, amor Storge, mas na realidade esse amor leva um outro nome, tão pequeno e nobre, seu nome é Carla.
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Nada de mais e nada de menos

Muitos querem me dizer o que fazer, e eu sei bem o que fazer, sei escrever, sei ler, sei ouvir e sei muito bem fazer criação original com textos, mas que textos?
Sei lá, vem cá, sai para lá, putis! vamos embora por que já está na minha hora.
Vivo partindo mundo, vivendo mundos, até fugindo dos mundos que tentam criar, ou apenas tentaram criar nessa vidinha adormecida calmamente de loucuras temporárias, percebo que não é assim, fazer o que senhores?
Muitos me disseram jamais esqueça de ser feliz, mas será que existe mesmo felicidade?
Leio todo o dia no café da manhã noticias escritas e pensadas factualmente por outros comunicólogos de plantão, vejo que o mundo ta louco de vez,só falta criar um filme real que descreva com precisão a volta do extermino em pleno século 21.
Não sei, nem quero saber, não desejo, fica aí quieto que depois eu volto para tomar mais uma breja com vocês, volto mesmo?? Volto nada! Prefiro ficar ali, pensando, ficar aqui acordada para um plantão noturno e quem sabe no amanhã resolva ir até você te dar mais um abraço apertado?
Muitos,muitos, muitos, oh! Vida cheia de muitos disso e daquilo, eu só quero estar aqui nesse cantinho de viveiro, não de galinheiro, mas de desabafos emocionados e rimas maus escrita de uma jovem jornalista que se deixa observar nada de mais e nada de menos cada ação do novo, do presente e do futuro.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Assim como as canções

Já não sei dizer se hoje que sinto é o mesmo de tanto tempo atrás, mas de uma coisa tenho certeza, que ainda tenho o mesmo e velho amor amanhecido, como as rosas do campo quando vêem a aurora chegar para mais um dia de raiares fulminantes de perfume.
Sei, parece miragem ou insanidade, para alguns a certeza que o hoje ainda se há esperança de amar de novo, para outros a certeza que se deixou passar a sorte e para alguns como eu, que tenho a resposta de um amor constante.
Tentei traduzir palavras difíceis de interpretar, busquei compreender certos atos como a sociedade envaidecida, bebida ou mesmo enlouquecida calmamente de seus próprios desejos ocultos e hipócritas. Mesmo tentando traduzir e compreender cada coisa, ainda não conseguir me encontrar nessa terra que chamo de ninguém.
Vivo esse imensurável tempo que às vezes me chega a pensar que tenho sorte de ter pessoas especiais, que me fazem sentir muitas vezes única diante de tanta gentileza. Sim, o tempo passa e a cada dia como diria uma velha canção que, “envelhecemos há dez semanas”.
Hoje possuo meus vinte e poucos anos, posso lhes confessar que até agora tive apenas dois amores, o que ambos os amores me fizeram sentir por pequenas frações de segundos imaginários, importante em suas vidas, que me perdoem a franqueza, se portando de egocentrismo, mantendo um poço de magnitude, quase que intocáveis. É esse motivo que leva-me escrever para passar o tempo e a solidão da minha alma nessa madrugada quente de abril. Parece deprimente? Me digas quem não é deprimente numa sociedade que chamo de alternativa?
Tenho muitas duvidas, mas ainda tenho respostas que às vezes se encontram incompletas ou simplesmente se perderam no caminho, na linha de raciocino, tentando simplificar em poucos trechos a famosa bagagem de perguntas e umas dessas perguntas um dia hei de perguntar ao meu velho amor.
Mesmo se passando tanto tempo, me vejo numa posição satisfatória, me sinto a vontade em ser apenas um bom amigo, pois ao lado de um amor fraterno consigo soltar risadas gostosas, gerada pela explosão de afeto, me sinto a vontade de dizer que é com você que desejo permanecer fiel, ouvindo suas duvidas, assistindo o meu e o seu progresso, velando muitas vezes em silencio o seu sono, sabe de uma coisa? Sinceramente, é com você que quero dividir meus troféus e, se um dia perceberes como ainda meu velho amor estar tão jovem como nunca, gostaria de criar ao seu lado um filho que se chamasse João Vinicius e se você não quisesse um filho, por que não criarmos um filhote de labrador, chamado Yello?
Procuro o arranjo musical mais perfeito e criativo, casando-se dentro de uma única sintonia como as alegres folhas secas de outubro, somente para dizer-lhe com simplicidade: Quer casar comigo?. Sei bem que a resposta não vem agora, mas mesmo que nunca chegue essa reposta, só a nossa velha amizade nos basta, pois da amizade nasce o amor sincero, como as canções que nascem no mês de novembro para dar um sentido especial em nossa vida, por mais que o tempo passe, o que sinto será assim como as canções, eternizadas na memória da vida de quem um dia amou.
